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Indústria


 

Divulgação

Tanto a margem de lucro operacional como a situação financeira foram avaliadas como insatisfatórias pelos empresários industriais, alcançando o pior nível desde 2009.

Avaliação da indústria sobre finanças atinge pior nível desde 2009

O mês de março foi melhor que fevereiro para a indústria brasileira, conforme aponta o estudo Sondagem Industrial, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador fechou março com 48,8 pontos, ante 48,3 pontos em fevereiro. O indicador varia no intervalo entre zero e cem, sendo que números acima de 50 pontos indicam aumento da produção frente ao mês anterior. Indicador abaixo dos 50 pontos significa queda.

Março, portanto, continuou no território negativo - abaixo de 50 pontos. Para a CNI, a atual situação não é confortável. No estudo, a confederação cita que a “deterioração nas condições financeiras se acentua”. A entidade destaca que no primeiro trimestre de 2014, tanto a margem de lucro operacional como a situação financeira foram avaliadas como insatisfatórias pelos empresários industriais, alcançando o pior nível desde 2009.

“Além disso, o acesso ao crédito foi amplamente avaliado como difícil no trimestre e as questões ligadas ao financiamento cresceram em assinalações entre os principais problemas da indústria (taxas de juros elevadas, inadimplência dos clientes e falta de financiamento de longo prazo)”. A entidade afirma que tais resultados refletem as dificuldades que a indústria enfrenta. “Os estoques permanecem ajustados, mas a atividade industrial permaneceu em queda durante todo o trimestre, com baixa utilização da capacidade instalada e queda no número de empregados”, cita o estudo Sondagem Industrial.

A confederação alerta que as expectativas para os próximos seis meses ainda não mostram sinais claros de reversão desse cenário. Sobre demanda, o indicador ficou em 56,4 pontos este mês, ante 57,9 pontos no mês passado. O indicador de expectativa de quantidade exportada caiu para 50,4 pontos, em abril, ante 53,1 pontos, em março. Sobre número de empregados, o indicador de expectativa de abril alcançou 50,1 pontos, em abril, frente a 51,8 pontos, em março.

“Para mudar o quadro é preciso recuperar a confiança do industrial brasileiro. Parte da falta de confiança tem sua raiz na incerteza quanto à execução - ou não - de medidas eficazes que revertam o quadro de baixa competitividade. Na medida em que os avanços nessa agenda são adiados ou limitados, tornam-se cada vez mais difíceis a retomada do investimento e a recuperação da indústria”, defende a CNI (AE).

 

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