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Inflação


 

Divulgação

A instituição anunciou que a mediana das expectativas dos consumidores
para a inflação atingiu 7,5% para os 12 meses a partir de outubro.

Famílias de baixa renda puxam expectativa de inflação mais intensa

Rio - As famílias de baixa renda foram as que mais sentiram no bolso a aceleração da inflação de alimentos no mês passado e, com isso, puxaram o aumento na inflação esperada pelos consumidores a partir de outubro.

“Houve mudança principalmente na faixa de renda 1 (até R$ 2,1 mil mensais), que se sente mais pressionada pelos preços. Os aumentos ocorreram principalmente em hortaliças, legumes e carnes, itens que essas famílias compram praticamente toda semana”, disse a economista Viviane Seda, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Ontem (23), a instituição anunciou que a mediana das expectativas dos consumidores para a inflação atingiu 7,5% para os 12 meses a partir de outubro - o maior nível desde novembro de 2005. Em setembro, essa projeção era de 7,3%. Mas, na faixa de renda 1, a expectativa saltou de 7,6% para 8,1% na passagem do mês.

“Os alimentos pesam mais no orçamento das famílias da baixa renda”, frisou Viviane. Na última terça-feira (21), o IBGE mostrou que o IPCA-15 de outubro subiu 0,48%. Da alta do indicador, tido como uma prévia da inflação oficial, quase um terço veio do grupo Alimentação e Bebidas, impulsionado por carnes, cerveja, frango e arroz.

Também esperam maior pressão os consumidores da faixa de renda 2 (R$ 2,1 mil até R$ 4,8 mil mensais), cuja projeção passou de 7,7% para 7,8%. Nas faixas de renda superiores, os índices se mantiveram ou até arrefeceram levemente. “A expectativa (dos consumidores) normalmente é mais alta do que a (inflação), porque a avaliação é subjetiva, feita com base em sua própria cesta de consumo”, explicou a economista.

Além dos alimentos, Viviane citou a perspectiva de aumento nos preços administrados no ano que vem como um fator de preocupação entre os consumidores. Consequentemente, a expectativa de inflação tem se mantido na casa dos 7% desde o início deste ano (AE).

 

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