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Polêmica


 

Reprodução

Presidente do Senado, Renan Calheiros e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ambos do PMDB.

Renan Calheiros diz que não vai polemizar com Eduardo Cunha

Brasília - O presidente do Senado, Renan Calheiros divulgou nota dizendo que não vai polemizar com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Os dois estão em queda de braço desde que o aliado de Renan, Vinícius Lages, foi desalojado do Ministério do Turismo em favor do apadrinhado de Cunha, o ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. O capítulo mais recente da disputa se deu diante da ameaça de Cunha de retaliar Renan caso ele travasse o projeto da regulamentação do trabalho terceirizado no País.

Nos bastidores, o presidente do Senado discute com aliados próximos “engavetar” o projeto que trata da terceirização. Renan tem dito que não concorda com o texto que foi aprovado pelos deputados e, diante da ameaça de Cunha de restabelecer o que passou na Câmara, deve segurar a votação da proposta pela Casa ao menos durante a sua gestão, em janeiro de 2017. “Não vou polemizar com o Presidente da Câmara. Tal controvérsia só interessa àqueles que não querem o fortalecimento e a independência do Congresso, àqueles que têm horror ao ativismo parlamentar”, afirmou.

Na nota, Renan reafirmou que vai discutir “criteriosamente” o projeto que trata da terceirização no Senado. Segundo ele, a proposta amplia a terceirização da mão de obra e é preciso envolver todos os interessados na regulamentação, principalmente os trabalhadores, “referências inafastáveis e prioritárias na discussão”. Também ressaltou que: “Terceirizar a atividade-fim, liberar geral, significa revogar a CLT, precarizar as relações de trabalho e importa numa involução para os trabalhadores brasileiros. Um inequívoco retrocesso”, afirmou. Na nota, disse ainda que o Senado não vai “engavetar” nenhum projeto, uma vez que não pode sonegar o debate de qualquer tema. Contudo, não se referiu especificamente à proposta da terceirização (AE).

 

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