O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player


O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

crise de abastecimento


 

Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

O governador Geraldo Alckmin, o prefeito Fernando Haddad e demais autoridades políticas, na abertura da 28ª edição do Salão Internacional do Automóvel, no Anhembi, ontem.

Alckmin: não falamos com fundação esotérica

São Paulo - O governador Geraldo Alckmin negou que tenha sido procurado pela Fundação Esotérica Cacique Cobra Coral para oferecer apoio na crise de abastecimento de água que afeta o Estado, como afirmou o porta-voz da entidade, Osmar Santos.

“Com todo respeito a todas as cobras, mas não entramos em contato com ninguém, nem ninguém entrou em contato conosco. Isso é lenda. Não tem a menor procedência”, afirmou após participar da abertura do 28º Salão do Automóvel.
A fundação esotérica, que se diz capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais, afirmou que teria sido recebida por assessores do governador e que, inclusive, uma nova reunião chegou a ser marcada para acertar detalhes da colaboração.

A assessoria do Palácio dos Bandeirantes afirmou, no entanto, que Osmar Santos esteve na portaria da sede do governo, no bairro Morumbi, e que pediu para conversar com o governador.

Como o assessor que organiza a agenda do tucano não estava no momento, o porta-voz foi orientado a aguardar. De acordo com a assessoria, Santos deixou um cartão com a secretária e saiu do local após cerca de 15 minutos. O Palácio dos Bandeirantes garante que imagens do sistema de segurança do local mostram que ele não chegou a ser recebido pelo governador (AE).

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 



Jornal Empresas & Negócios
Rua Boa Vista, 84 - 9º andar - cj. 909
01014-000 - Centro - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3106-4171 Fax: (11) 3107-2570

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player