O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player


O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 

Economia


 

Lucio Bernardo Jr/Ag.Câmara

Arno: poucos países do G20 conseguirão fechar o ano com superavit primário.

Arno defende política fiscal e diz que governo vai mudar seguro-desemprego

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, fez uma defesa da política fiscal do governo. Segundo ele, a redução da meta de superavit primário e a mudança no cálculo do resultado decorreram da decisão do governo de manter os gastos sociais, principalmente com saúde e educação, e com investimentos públicos. A meta de superavit foi reduzida em novembro de R$ 80,8 bilhões, anunciada em fevereiro, para R$ 10,1 bilhões. “Se não fizermos isso nos anos difíceis, a retomada depois será muito mais complexa”, disse, em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento.

Ele ressaltou que poucos países integrantes do G20 conseguirão fechar o ano com superavit primário. Augustin apresentou uma planilha mostrando que economias como Japão, Reino Unido e Estados Unidos acumulavam, até outubro, déficit primário em relação ao PIB de 6,3%, 3,5% e 3,4%, respectivamente. O Brasil, segundo ele, obteve superavit de 0,2% no mesmo período. Também disse que o governo está estudando mudanças nas regras do seguro-desemprego, que enfrentou nos últimos anos um forte aumento de gastos.

Ao lado do abono salarial, o seguro-desemprego é uma das contas das despesas primárias que mais cresceram nos últimos anos. Em 2009, o governo gastou R$ 19,6 bilhões com o seguro. Para este ano, a projeção mais recente aponta R$ 27,7 bilhões de despesa, um aumento nominal de 41,3%. Segundo Augustin, esse aumento tem várias explicações econômicas, sendo uma delas o crescimento da formalidade no mercado de trabalho - só tem acesso ao seguro quem possui carteira assinada. Ele disse, no entanto, que o aumento dos gastos preocupa. “Há um problema. Temos que fazer uma análise nas regras, no grau de controle”, afirmou.

O crescimento das despesas com o seguro-desemprego foi questionado pelo deputado Izalci (PSDB-DF) e pelo senador Waldermir Moka (PMDB-MS). O benefício é pago ao trabalhador demitido sem justa causa, ao resgatado de trabalho análogo ao trabalho escravo, ao pescador artesanal em período de defeso e ao empregado doméstico dispensado sem justa causa (Ag.Câmara)

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

 



Jornal Empresas & Negócios
Rua Boa Vista, 84 - 9º andar - cj. 909
01014-000 - Centro - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3106-4171 Fax: (11) 3107-2570

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player