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Inflação


 

Marcelo Camargo/ABr

Ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Inflação fechará o ano abaixo do teto da meta, diz Mantega

A inflação vai terminar este ano abaixo do limite máximo da meta, que é 6,5%, garantiu ontem (23) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em 12 meses, a inflação pode ultrapassar 6,5%, mas vai arrefecer em seguida. “Quando pega a inflação no pico, em 12 meses, pode até ultrapassar os 6,5%. Só que depois, ela diminui”. De acordo com pesquisa feita pelo do Banco Central com instituições financeiras, o IPCA deve chegar a 6,51%, este ano, ultrapassando o limite superior da meta.

O ministro argumentou que o país está em um período de elevação inflacionária, mas isso já estava previsto. “É sazonal, mas tem a ver também com condições meteorológicas. Este ano, temos menos chuva e isso fez com que subissem alguns produtos, principalmente hortifrutigranjeiros”, enfatizou. Mantega lembrou que a inflação subiu em março e em abril, mas deve recuar em maio e junho. “É claro que tem algum produto que tem alguma sazonalidade ou que está na entressafra que poderá subir, porém a maioria dos produtos estará reduzindo o seu preço ao longo dos próximos meses”, acrescentou.

Segundo o ministro, o aumento da produção de etanol no país vai ajudar na redução da inflação. “Quando entrar a safra, vai reduzir o preço do etanol e também dos combustíveis. Isso vai acontecer entre maio e junho”. Mantega também disse que o governo não está cogitando aumentar o percentual de participação do álcool anidro na gasolina. Atualmente, esse percentual é 25%. “Sempre é possível, mas no momento não estamos cogitando”, disse.

O ministro disse ainda que o preço da energia será o vilão da inflação este ano. “É assim, todo ano tem algum vilão na história da inflação. Mas é importante que seja algum vilão e os outros preços possam recuar”, destacou ele, que participou do lançamento do Programa Portal Único de Comércio Exterior, na sede da Confederação Brasileira da Indústria (CNI). Mantega também garantiu que o governo não estuda nenhuma mudança no critério de avaliação da inflação (ABr).

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