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Geral


 

Marcello Casal Jr/Arquivo Agência Brasil

Capoeira de roda será reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

 

Médicos brasileiros como voluntários nas Olimpíadas

O número de médicos brasileiros que se inscreveram como candidatos a voluntários nos Jogos Olímpicos de 2016 superou o de estrangeiros nas últimas duas semanas, disse o chefe médico do Comitê Organizador Local (COL), João Grangeiro. Aproximadamente 750 profissionais brasileiros estão com nome na lista. Entre os estrangeiros, o número é quase 600.

“A expectativa é ter mais médicos brasileiros do que estrangeiros. Posso dizer que essa é a nossa expectativa”, destacou Grangeiro, ao acrescentar que o número de médicos estrangeiros costuma ser alto em todas as edições dos jogos. O número de inscritos já supera a quantidade de médicos planejada para atuar nos jogos – entre mil e 1,2 mil profissionais. Os candidatos a voluntário, no entanto, ainda passarão por um processo seletivo antes de ter a participação confirmada.

Os candidatos passarão por análise curricular e entrevistas e deverão comprovar a formação declarada na inscrição. Em fevereiro ou março, a lista de participantes deve estar concluída. Os médicos voluntários atuarão principalmente nas estruturas pré-hospitalares. É provável que hospitais públicos e privados sejam usados no atendimento de atletas durante os jogos. A expectativa dos organizadores é que a recorrência desses atendimentos seja pequena (ABr).

Capoeira de roda será Patrimônio da Humanidade

Dança, luta e símbolo de resistência, a capoeira de roda deverá ser reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)

Na semana que vem, em Paris, o Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural e Imaterial da Unesco anuncia sua decisão. Foram feitos 46 pedidos de registro pelos Estados-Membros, sendo que 32 foram recomendados pelo órgão técnico do comitê, entre os quais está o da capoeira – o único apresentado pelo Brasil e um dos três bens da América Latina na lista. Com o reconhecimento, a capoeira de roda se iguala ao Cristo Redentor como patrimônio da humanidade.

No dossiê de candidatura, de 25 páginas, o Iphan enumera uma série de ações para difundir a modalidade e propõe medidas de salvaguarda orçadas em mais de R$ 2 milhões, como a produção de catálogos e encontros. O documento destaca que o registro vai favorecer a consciência sobre o legado da cultura africana no Brasil e o papel da capoeira no combate ao racismo e à discriminação. O dossiê lembra que a prática chegou a ser considerada crime e foi proibida durante um período da história. Hoje, a capoeira é praticada até fora do país.

“A capoeira é uma manifestação cultural de muitas dimensões. É ao mesmo tempo luta, dança e jongo, tão ligada à nossa história, à nossa sociedade, que é um pouco do que é o povo brasileiro”, explicou a diretora do Departamento do Patrimônio Imaterial do órgão, Célia Corsino. Já reconhecida como patrimônio cultural pelo Iphan desde 2008, a capoeira envolve os praticantes por meio do canto, dos instrumentos típicos como o berimbau e o atabaque, em uma roda, onde os golpes se confundem com a dança. Uma prática que é, ao mesmo tempo, jogo e brincadeira.

“A capoeira não é só um jogo, a capoeira é muito mais do que isso, a história da capoeira se confunde com a própria história do país, já foi utilizada até em guerra, como a do Paraguai”, diz mestre Paulinho Salmon, capoeirista e professor por mais de 50 anos. Ele faz parte de um comitê de mestres de capoeira no Rio que discute medidas de salvaguarda com o Iphan.

Os pedidos dos mestres para proteger a capoeira e seu aval para registrá-la como patrimônio da humanidade também foram levados em conta no dossiê entregue à Unesco. Entre eles, a possibilidade de a capoeira se tornar disciplina obrigatória nas escolas e nos encontros de troca de conhecimento. No documento que recomenda o registro, o comitê destaca que a capoeira nasceu da resistência contra a discriminação e favorece a convivência social entre pessoas diferentes. “[A roda] funciona como uma afirmação de respeito mútuo entre comunidades, grupos e indivíduos e promove a integração social e da memória da resistência à opressão histórica” (ABr).

Programas sociais têm peso modesto no Sul

STJ deve vai decidir regulamentação
de pedidos de vista

Florianópolis - O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, fez uma comparação entre o total de beneficiários do Bolsa Família no Brasil por região e demonstrou que os programas de transferência de renda “têm peso modesto” no Sul do País. A fala ocorreu durante apresentação do Boletim Regional. Segundo ele, apenas 6,7% dos beneficiários do Bolsa Família estão nesta parte do País. O Nordeste, em contraponto, concentra 52% deles.

Hamilton também falou sobre a redução da pobreza no País. O diretor explicou que a participação da renda dos 50% mais pobres no Sul e no Brasil, na renda domiciliar total do País, vem crescendo desde 1996 e que a da parcela de 1% mais ricos desacelerou ao longo dos anos.
Hamilton usou os dados para demonstrar que houve uma melhora dos indicadores de desigualdade social (AE).

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir em dezembro se regulamenta o prazo para o pedido de vista de seus ministros. A matéria chegou a ser pautada durante a sessão de quarta-feira (19), do pleno do tribunal, mas um pedido de vista levou a decisão para o dia 17 de dezembro, praticamente na última sessão do ano, uma vez que o STJ entra em recesso no dia 20.

A medida, que altera o regimento interno do STJ, que não estabelece prazo para a devolução dos processos, teve origem em um pedido feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A sugestão da OAB é que, nos casos de pedido de vista requeridos por ministro que não seja o relator do processo, ele seja devolvido pronto para julgamento em até 30 dias, sob pena de trancar a pauta de processos do ministro requerente.

No caso de pedido de vista regimental, retirada de pauta ou pedido de adiamento feito pelo ministro relator, este fica obrigado a reinserir o processo pronto para julgamento na sessão imediatamente seguinte, também sob pena de trancamento de pauta de seus respectivos processos. O relator da matéria, Luis Felipe Salomão, apresentou, durante a sessão, um levantamento segundo o qual, em média, os processos que receberam pedidos de vista, chegam a ficar mil dias com o ministro requerente.

Para a Ordem dos Advogados, a medida vai conferir maior celeridade processual para o tribunal. A OAB considera que advogados e partes são prejudicados pela morosidade, muitas vezes ligada aos pedidos de vista (ABr).

 

 

Divulgação

O foco no público jovem se dá pelo crescimento dos índices de infectados pelo vírus do HIV na população entre 15 e 24 anos.

‘Desafio da Camisinha’ incentiva jovens a se prevenirem contra a Aids

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde, está promovendo a campanha virtual “Desafio da Camisinha”, em comemoração ao Dia Mundial de Luta contra a Aids.

Focada no público jovem, a campanha utiliza as redes sociais para chamar a atenção sobre a importância do uso do preservativo e pede para que a população faça selfies segurando um preservativo ou com mensagens de apoio à prevenção ao HIV.

A iniciativa também prevê que, ao postar a foto, até cinco amigos sejam marcados em mídias como o Facebook e o Instagram, multiplicando a mensagem de prevenção. Artistas como os apresentadores Adriane Galisteu e Raul Gil, o cantor MC Gui e o jogador Cafu participaram voluntariamente da abertura da campanha e postando fotos em suas redes sociais. A campanha utilizará as hashtags #SPcontraAids, #UseCamisinha, #UsoCamisinha e #IS2Myself.

O foco no público jovem se dá pelo crescimento dos índices de infectados pelo vírus do HIV na população entre 15 e 24 anos, que responde atualmente por 1 a cada 3 novos casos da doença no Brasil. “O surgimento dos antirretrovirais fez com que esta população ‘baixasse a guarda’ em relação à prevenção. Os mais jovens não vivenciaram o início da epidemia da Aids, nos anos 80 e 90, quando 22 milhões de pessoas morreram em função de complicações da doença”, alerta o idealizador da campanha, o médico infectologista do Instituto de Infectologista Emílio Ribas Jean Gorinchteyn.

Somente entre 2008 e 2013, o número de casos aumentou 11% no Brasil. Para Gorinchteyn, é importante lembrar que a prevenção é o melhor caminho, pois a Aids continua sendo uma doença sem cura. Uma vez infectado, o paciente terá que conviver com a uma doença crônica, que exige disciplina e disposição para o uso contínuo de várias medicações combinadas (o coquetel) e que podem causar inúmeros efeitos colaterais. No dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids, o Emílio Ribas encerrará oficialmente a campanha “Desafio da Camisinha”, com o Simpósio “A Cura da Aids: Estamos Perto?” e a tradicional soltura de balões vermelhos (SES).

Arquivo/ABr

Entre 100 e 140 milhões de mulheres são vítimas de mutilação genital.

Uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo

Uma em cada três mulheres é vítima de abusos físicos em todo o mundo, indica uma série de estudos divulgados hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 100 milhões e 140 milhões de mulheres são vítimas de mutilação genital e cerca de 70 milhões se casam antes dos 18 anos, frequentemente contra a sua vontade. Os dados indicam que 7% das mulheres correm o risco de sofrer violência em algum momento das suas vidas.

A violência, exacerbada durante conflitos e crises humanitárias, tem consequências dramáticas para a saúde física e mental das vítimas.

“Nenhuma varinha de condão vai eliminar a violência contras as mulheres. Mas a prática revela que é possível realizar mudanças nas atitudes e nos comportamentos, que podem ser conseguidos em menos de uma geração”, afirmou Charlotte Watts, professora na Escola de Higiene e Medicina Tropical em Londres e coautora dos documentos.

Os investigadores apuraram que mesmo nos casos em que existe legislação forte e avançada de defesa das mulheres, muitas continuam a ser vítimas de discriminação, violência e falta de acesso adequado a serviços jurídicos e de saúde. Os autores sustentaram que a violência contra as mulheres só vai retroceder se os governos colocarem mais recursos na luta e reconhecerem que ela prejudica o crescimento econômico. O documento também sustenta que os líderes mundiais deverem mudar legislações e instituições discriminatórias que encorajam a desigualdade e preparam o terreno para mais violência (Ag. Lusa).

Divulgação

 

Adicional para professor que trabalha em prisão

A Comissão de Trabalho da Câmara aprovou o projeto do deputado Diego Andrade (PSD-MG), que prevê adicional de periculosidade para professores e outros trabalhadores em educação que atuem exclusivamente em prisões. De acordo com a CLT, o adicional de periculosidade é de 30% sobre o salário. Hoje, pela lei, as atividades ou operações perigosas são aquelas ligadas à segurança pessoal ou patrimonial ou aquelas em que haja contato permanente com inflamáveis, explosivos ou energia elétrica.

Para o relator da proposta, deputado Policarpo (PT-DF), essa definição está desatualizada. O parecer dele foi favorável à matéria. Segundo ele, não há como negar o estado permanente de perigo a que está submetido o trabalhador que exerce sua atividade em presídios. “Ao remunerar melhor os professores, também estimula que os professores possam exercer melhor a sua atividade e facilita o acesso dos presos à educação”, disse. O projeto segue para análise conclusiva das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça (Ag.Câmara).

 

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