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Geral


 

Pelo menos 1 milhão de pessoas, só em Alepo, precisam de assistência humanitária urgente.

Instituições particulares serão beneficiadas pelos 10% do PIB

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Plano Nacional de Educação (PNE) decidiu que instituições privadas serão beneficiadas pelos 10% do PIB a serem destinado à educação pública em dez anos. Os parlamentares rejeitaram o destaque que destinava a porcentagem apenas para a educação pública. Ao todo, 11 deputados votaram pela rejeição do destaque e 8 pela aprovação. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento escolar.

O PNE prevê investimento público mínimo de 7% do PIB em educação no quinto ano de vigência e de 10% no décimo ano de vigência. Como o plano foi sancionado em 2014, a meta deverá ser cumprida até 2023. Atualmente o Brasil investe 5,3% do PIB no setor. Segundo o relator do projeto, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), considerado o PIB atual, o investimento na área chegará a R$ 450 bilhões em dez anos. Pelo texto aprovado, ficam incluídos nessa conta recursos aplicados em programas como o ProUni e o Ciência sem Fronteiras, o Fies e o Pronatec. A questão é defendida pelo governo, mas é criticada por movimentos sociais, profissionais e entidades que atuam no setor.

Contra a decisão, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), diz que o trecho é uma contradição. Segundo ele, no final dos dez anos, mantido o patamar de crescimento, os incentivos, isenções fiscais e concessões de bolsas poderão chegar ao equivalente a 2% do PIB. Ficariam então 8% para educação pública. “Vamos continuar patinando na oferta de educação pública no nosso país” (ABr).

Agências humanitárias da ONU pedem “medidas urgentes” na Síria

Os dirigentes das agências humanitárias da ONU apelaram ontem (23) a todas as partes envolvidas no conflito da Síria para que tomem medidas urgentes para permitir “o acesso humanitário incondicional”, levantar os cercos impostos aos civis e pôr fim aos bombardeios

A vice-secretária-geral das Nações Unidas para os Assuntos Humanitários e Coordenadora da Ajuda de Emergência, Valerie Amos, o diretor executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Anthony Lake, o Alto-Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, a diretora executiva do Programa Alimentar Mundial, Ertharin Cousin, e a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, consideram que após o primeiro apelo, há um ano, “até à data, os esforços diplomáticos para pôr fim a anos de sofrimento falharam”.

“Hoje, apelamos a todas as partes envolvidas neste conflito brutal para que tomem medidas urgentes a fim de permitir o acesso humanitário incondicional a todas as pessoas que dele precisam, utilizando todas as vias de comunicação disponíveis na Síria e por meio das fronteiras”, dizem os dirigentes. Eles apelam ainda pelo levantamento dos “cercos aos civis, atualmente impostos por todas as partes envolvidas, como os que bloqueiam algumas zonas de Alepo, a Cidade Velha de Homs, Yarmuk, Ghoutha Leste, Moadhamieh, Nubl e Zahra” e ainda ao fim dos bombardeios e tiroteios indiscriminados contra civis por parte do governo, de grupos da oposição e de “todas as outras formas de violação da legislação humanitária internacional”.

Para demonstrar como a situação na área se agravou, os representantes da ONU informam que devido à intensificação dos combates nas últimas semanas, pelo menos 1 milhão de pessoas, só em Alepo, precisam de assistência humanitária urgente e que “a estrada entre Damasco e Alepo – uma via de comunicação vital – tem sido frequentemente cortada, ainda que 1,25 milhão de pessoas precisem de comida na cidade de Alepo e em zonas rurais da província”. “Outras estradas fundamentais também estão bloqueadas por diferentes forças e grupos armados”, acrescentam.

Além disso, o acesso humanitário é frequentemente negado aos que mais precisam. “Bombardeios aéreos, foguetes, morteiros e outros ataques indiscriminados chacinam homens, mulheres e crianças inocentes”, diz o documento. Em Alepo há agora apenas 40 médicos para uma população de 2,5 milhões de pessoas e os artigos médicos são escassos. A cidade está cercada por todos os lados”, indicam os dirigentes das agências humanitárias da ONU. Neste momento, na Síria, “a vida de mais de 9,3 milhões de pessoas é afetada por esse conflito, que já entrou em seu quarto ano consecutivo”, acrescentam.

“Com um terço das estações de tratamento de água do país sem funcionar, 60% dos centros de saúde destruídos e cerca de 3,5 milhões de pessoas vivendo em áreas sem possibilidade de acesso por parte da assistência humanitária, os civis inocentes da Síria parecem sobreviver apenas por coragem”, observam. E terminam com duas perguntas: “Podem aqueles com a responsabilidade, o poder e a influência para acabar com esta terrível e trágica guerra ter a mesma coragem, a mesma força de vontade? Se os civis da Síria não desistiram, como pode a comunidade internacional desistir dos seus esforços para os salvar – e salvar a Síria?” (ABr).

Morador de apartamento deve seguir regras da ABNT para reformar imóvel

Maioria das menções nas redes sociais apoia a aprovação do marco civil

Os moradores de apartamentos residenciais devem seguir a partir de agora uma nova norma técnica da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para obras no interior da unidade. O alerta é da Lello, empresa líder em administração condominial no Estado. A norma NBR 16.280 da ABNT (Sistema de Gestão de Edificações), que também vale para reformas em áreas comuns mas inclui também os apartamento, estabelece regras que englobam desde o momento do projeto da obra, passado pela execução e os efeitos decorrentes da efetiva realização.

É necessário elaborar um roteiro prévio dos procedimentos formais a serem seguidos em qualquer intervenção física, com exceção daquelas a serem feitas a título de manutenção. Como responsável legal pelos condomínios, os síndicos precisam estar atentos à mudança, uma vez que toda a documentação referente às reformas, incluindo dos apartamentos, devem estar em conformidade com todos os quesitos estabelecidos na normativa da ABNT.

“É fundamental que os documentos referentes às reformas sejam encaminhados para análise técnica e legal, feita por profissional habilitado que tenha conhecimentos técnicos suficientes para deferir ou indeferir o projeto, com argumentos e justificativas plausíveis e em consonância com a convenção e o regulamento interno do condomínio”, afirma a engenheira Raquel Tomasini, gerente da Lello.

Além da realização de vistorias indicativas, do controle da agenda de obrigações de manutenção, dos orçamentos técnicos e de providências diversas em concessionárias e prefeituras, a Lello dispõe de um conjunto de produtos e serviços bastante completo para atender a demanda decorrente da aplicação desta Norma, respaldando os síndicos com um parecer técnico prévio e garantindo segurança a todos e a transparência da gestão.

A Burson-Marsteller, agência global líder em relações públicas e assuntos públicos, realizou uma pesquisa sobre o sentimento e a reação das pessoas em redes sociais, blogs e imprensa online sobre aprovação do Marco Civil da Internet. A análise identificou 11.813 publicações sobre o assunto entre os dias 18 de março e 17 de abril. O estudo mostrou que o sentimento nas redes é, em sua maioria, em apoio ao Marco Civil, com 69% a favor e 21% contra. Posts neutros representaram 10% do total. A análise foi feita pelas equipes de Public Affairs e Digital da Burson-Marsteller, por meio do Burson Pulse, metodologia global de Inteligência de Dados da agência.

A análise de sentimento de 8.200 posts – cerca de 70% do total de menções na Internet brasileira – demonstrou grande apoio da população pela aprovação do Marco Civil. Durante o período da pesquisa, foram identificados dois picos: um na aprovação do Marco Civil na Câmara, no dia 25 de março, e o outro no “tuitaço” a favor da urgência da votação da PLC 21 no Senado, que aconteceu no dia 15 de abril. O “tuitaço” fez com que o Twitter, fosse o canal que mais gerou menções ao tema, concentrando quase 92% do total de posts sobre o assunto, dos quais 77% foram a favor da aprovação do Marco Civil.

Importantes nomes ligados ao Marco Civil, como Marco Gomes, fundador do Boo-Box, que discursou na Câmara em apoio ao projeto; e do deputado e relator Alessandro Molon, foram os grandes influenciadores no canal. No YouTube e Facebook, onde foram coletados somente dados de posts abertos, prevaleceram as menções negativas sobre o tema. A cobertura de imprensa sobre o tema foi neutra (96%), com caráter muito mais informativo do que opinativo. Nos blogs, grande parte dos posts replicavam as notícias sobre o Marco Civil, o que contribuiu para o tom neutro na rede, de 76%.

Entre as notícias que mais replicaram nos blogs, destaca-se a aprovação da proposta na Câmara, e a oposição do pré-candidato à Presidência Eduardo Campos. “O resultado do estudo aponta para uma importante mobilização em torno da aprovação do marco civil. No contexto em que vivemos, as redes sociais se tornaram um grande fórum de debate e formação da opinião pública, e sua análise é fundamental para a compreensão do olhar da sociedade sobre qualquer tema, ideia ou produto”, afirmou Francisco Carvalho, presidente da Burson-Marsteller Brasil.

 

 

Divulgação

Quem não está satisfeito com o trabalho dificilmente conseguirá ir à luta para conquistar o sucesso.

Sete em cada dez profissionais estão insatisfeitos com o trabalho

Por que alguns profissionais são bem sucedidos, respeitados pelos chefes, admirados pelos colegas e colhem elogios e frutos financeiros e outras não conseguem ter sucesso? Para saber quais motivos estão impedindo os profissionais de triunfarem no ambiente corporativo, o IPOM – Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente – investigou o tema e trouxe alguns dados reveladores. Entre os meses de fevereiro e março de 2014, a entidade entrevistou 1.340 pessoas na capital paulista e apurou que os índices de insatisfação com o ambiente de trabalho estão em níveis elevados. De cada 10 profissionais consultados, 7 confessam não estarem satisfeitos com a sua carreira ou emprego e gostariam de trocar de função ou empresa.

Desse total, 68% afirmam se sentirem capazes de exercer cargos mais valorizados ou bem remunerados, mas se sentem vítimas de chefes injustos e de um sistema empresarial que não reconhece a meritocracia. Outro dado que demonstra grande insatisfação com o trabalho é o fato de 65% das pessoas não fazerem o que gostam, mas tolerarem exercer uma atividade remunerada sem prazer, em função de questões financeiras, familiares ou por imposição da sociedade.

Segundo Myriam Durante, psicoterapeuta e presidente do IPOM, esses números revelam que o sucesso profissional está profundamente ligado à questão da felicidade. “Quem não está satisfeito com o trabalho dificilmente conseguirá ir à luta para conquistar o sucesso. Para ter sucesso é preciso agir Pessoas bem sucedidas são caracterizadas pela vontade de realizar projetos em busca da realização pessoal. Só que, para ter ânimo e disposição para isso, planejam-se muito bem e conseguem cumprir suas tarefas porque gostam do que fazem”, explica a especialista.

Outro fato que também preocupa, de acordo a psicoterapeuta, é o fato de 40% das pessoas afirmarem que não costumam se planejar e preferem esperar que as coisas aconteçam naturalmente. “Esses profissionais não estão felizes, mas também não estão dispostos a virar a mesa. Vão se acomodando, engolindo frustrações até a hora em que o corpo gritar, com alguma doença, alertando para o fato de que algo não vai bem e que é preciso corrigir a rota. Trabalhar pode e deve ser motivo de prazer, mas antes a pessoa precisa descobrir o que, de fato, a faz sentir-se bem”, alerta Myriam. Para saber mais (www.myriamdurante.com.br).

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60% dos japoneses são a favor da caça à baleia

Seis em cada dez japoneses apoiam o programa de caça à baleia no país, mas apenas 14% admitem comer carne de baleia, de acordo com os resultados de uma pesquisa. O trabalho é apresentado menos de um mês depois de o Tribunal Internacional de Justiça ter determinado o cancelamento do programa dos baleeiros japoneses na Antártica, por considerar uma atividade comercial disfarçada de missão científica com vista a contornar a lei internacional.

A pesquisa de opinião, feita no fim de semana pelo jornal liberal Asahi Shimbun, mostra que 60% das 1.756 pessoas ouvidas apoiam o programa de investigação, contra 23% que se manifestaram contra.

Questionados sobre a regularidade com que comem carne de baleia, apenas 4% disseram “às vezes”, enquanto outros 10% disseram fazê-lo “muito raramente”. Cerca de metade dos entrevistados (48%) disse não comer “há muito tempo”, enquanto 37% nunca sequer provaram. Embora não seja difícil de encontrar no Japão, a carne de baleia não é um elemento regular da dieta japonesa.

A pesquisa foi feita um dia depois de o Japão ter dito que vai redesenhar a sua missão de caça à baleia na Antártica, a fim de a tornar “mais científica”, e confirmado que pretende prosseguir, porém, com a atividade de investigação no Pacífico Norte, para onde devem zarpar, no próximo sábado (26), os baleeiros japoneses, iniciando a campanha anual. Além desse segundo programa de pesca científica, o Japão continua a capturar, para fins comerciais, espécies menores de cetáceos, incluindo golfinhos (ABr).

DIvulgação

É bom evitar toda e qualquer bebida que contenha cafeína em sua fórmula algumas horas antes de dormir.

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O café realmente inibe o sono?

Saiba o que dizem os especialistas sobre o consumo apropriado para garantir uma noite tranquila.

O Brasil inteiro tem um aroma peculiar. E ele vem de um delicioso e quentinho café. Famoso no mundo inteiro, nutritivo, estimulante e detentor de um sabor apaixonante, o ilustre “pretinho” possui estas e muitas outras características que fazem da bebida a preferida e uma das mais consumidas pelos brasileiros. Segundo dados do IBGE, as pessoas ingerem diariamente cerca de quatro a cinco xícaras, o que coloca o cafezinho no topo da lista de consumo per capita de vários alimentos. Além de excitante, por conta da célebre cafeína, a bebida produz alguns efeitos curiosos no organismo, principalmente quando se fala da sua relação com o sono. Mas afinal, o café tem mesmo o poder de inibir algumas horas de repouso ou isso já virou um mito?
Pesquisa recente realizada pela Universidade Técnica de Lisboa constatou que o consumo moderado de cafeína – cerca de cinco cafezinhos por dia – pode sim reduzir o período de sono. Inclusive, uma observação significativa do estudo é que o tempo de repouso diário dos voluntários, sob o efeito da substância, foi reduzido em 45 minutos. Segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, há pessoas, no entanto, que acabam ficando condicionadas e tolerantes aos efeitos da cafeína.

“Nestes casos, mesmo que a pessoa imagine que não interfira no tempo de sono, a substância atrapalha, sim, a qualidade do descanso. Por ser excitante, ela aumenta o número de despertares, por isso, aconselhamos sempre evitar toda e qualquer bebida que contenha cafeína em sua fórmula algumas horas antes de dormir”, recomenda. Mas, o que fazer para consumir o tão famoso cafezinho e ainda garantir um sono revigorante? - Renata explica que, como tudo em excesso não faz bem, é possível conciliar a dosagem moderada de café por dia e, ainda ter um sono de qualidade, levando em consideração algumas dicas:

Evite o consumo de café, chás ou refrigerantes à base de cola antes de dormir. Estes alimentos contém cafeína e prejudicam o sono. Para se ter uma noção, o tempo de permanência da cafeína no organismo é de aproximadamente oito horas;
Procure dormir ao menos oito horas por noite. Estas horas fazem com que o organismo realize todas as funções necessárias durante o período noturno, além de proporcionar um descanso merecido;

Utilize travesseiros adequados ao seu biótipo e de acordo com suas preferências pessoais. O modelo Altura Regulável é um dos mais indicados, pois possuem três camadas internas e possibilitam quatro opções de altura. O travesseiro adequado e com tratamento anti-ácaro ajuda a prevenir problemas de coluna, evitar a transpiração e, até mesmo, acabar com a recorrência de crises alérgicas;

Tomar um banho morno ajuda a tirar todas as impurezas do corpo acumuladas durante o dia, além de ajudar a refrescar e, principalmente, relaxar;

Evite refeições pesadas antes de deitar e, sobretudo, alimentos que promovam o aumento dos níveis de insulina (acionando assim o metabolismo). Quanto maior a refeição noturna, maior dificuldade de ingestão e pior o sono;

Procure dormir em ambientes escuros. A luz prejudica os ciclos biológicos e a produção hormonal, já que, na claridade as produções de cortisol e melatonina são interrompidas, causando uma sensação de cansaço pela manhã;

Evite distrair-se com outras atividades já estando deitado na cama. Algumas pessoas acreditam que ver TV, por exemplo, até ajuda a adormecer, porém, o que acontece é que o indivíduo não dorme profundamente, despertando vez ou outra.

Fonte e mais informações (www.duoflex.com.br).

 

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