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Geral


 

Divulgação

Resultados obtidos em dez anos de pesquisa indicam que há regressão e até mesmo a cura de tumores no pâncreas,
no rim e na pele.

 

 

Ar seco mantém em baixa níveis de reservatórios

Com o clima seco dos últimos dias, os seis sistemas de captação e tratamento de água para abastecimento administrados pela Sabesp continuam com queda gradual nos níveis dos reservatórios. Segundo o Centro de Previsão do Tempo, o mês de novembro, que começa amanhã (1º), deve ter ocorrência de chuvas mais regulares.

A estiagem tem castigado, principalmente, os mananciais da Cantareira e do Alto Tietê. Nesse último, de onde é retirada a água para fornecer a 4,5 milhões de pessoas, o volume em operação hoje (30) atingiu 7%, ou 0,2 ponto percentual abaixo da medição feita ontem (29). Neste mês, o acumulado de chuva nesse sistema é 20,1 milímetros, ante a média histórica de 117,1 milímetros.

No Cantareira, o maior deles e que abastece uma população estimada em 6,5 milhões, o nível caiu de 12,7% na quarta (29) para 12,6% ontem (30). Essa marca inclui as duas reservas técnicas disponíveis, ou seja, o volume de água que fica abaixo da captação por gravidade. A primeira começou a ser bombeada no último dia 16 de maio, e nesta quinta-feira ainda podiam ser retirados dela 20 bilhões de litros. Da última sexta-feira (24) até hoje (29), foram gastos 8 bilhões de litros.

Molécula encontrada em carrapato pode ajudar no combate ao câncer

Uma molécula produzida a partir da saliva do carrapato Amblyomma cajennense, conhecido como carrapato-estrela, pode ajudar no desenvolvimento de um medicamento contra o câncer

A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto Butantan, da Secretaria de Saúde do Estado. Pesquisas identificaram que a proteína encontrada no parasita era capaz de destruir tumores cancerígenos sem causar danos a células saudáveis. O estudo obteve sucesso em camundongos e coelhos e aguarda autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para testar a nova droga em humanos.

Para coordenadora da pesquisa Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, responsável pelo Laboratório de Bioquímica e Biofísica do instituto, os resultados obtidos em dez anos de pesquisa indicam que há regressão significativa e até mesmo a cura de tumores no pâncreas, no rim e na pele. Ela lembra, no entanto, que os testes em animais são feitos em ambiente totalmente controlado. Os estudos mostraram que, em animais saudáveis, a molécula foi rapidamente eliminada pelo organismo. No entano, quando injetada em animais com câncer, se ligou diretamente ao tumor e demorou a ser excretada.

“Ao analisar as proteínas que induzem à morte desse tumor, eu vejo que, sim, as células foram acionadas pela molécula. A gente está bastante animado com isso”, declarou Chudzinski-Tavassi. Ela explica que é preciso investigar se haverá necessidade de combinar o medicamento com outros tipos de tratamentos já estabelecidos, como a quimioterapia. “Ainda não é possível dizer se vamos conseguir ter um resultado melhor em humanos somente com a molécula”.

A descoberta da célula foi uma surpresa, de acordo com a pesquisadora. Ela conta que, inicialmente, a intenção era buscar moléculas capazes de produzir novos anticoagulantes. “Queríamos saber o que tinha no sistema desse carrapato que mantinha o sangue incoagulável”, explicou. Durante o processo, percebeu-se que a molécula poderia atuar na proliferação celular. “Aí foi a surpresa. Começamos a testar tipos de células tumorais e [a molécula] sempre matava células tumorais e não matava as normais”, relatou. Ao mudar o foco da pesquisa, o instituto solicitou a patente em território nacional e internacional, pois não havia registro dessa molécula.

Nas etapas que se seguiram, os pesquisadores estabeleceram uma metodologia de produção escalonável. “Se vamos propor uma nova molécula, temos que ter um sistema de produção que dê conta, para virar de fato um medicamento”, explicou a coordenadora. Além disso, foi feita a formulação, que é a transformação da molécula em produto. “Foi analisada a estabilidade, para ter certeza de que é possível mantê-lo em um frasco por um tempo determinado para que possa viajar e chegar ao destino”, detalhou. Até o momento, todos os testes foram bem sucedidos (ABr).

Adiada a entrada em vigor do Marco Regulatório das ONGs

Jovens ouvem música acima do volume seguro

O governo decidiu adiar a entrada em vigor do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, sancionado em julho pela presidenta Dilma Rousseff. Uma medida provisória publicada ontem (30) no Diário Oficial da União altera a data da lei que entraria em vigor. Com o novo prazo, as novas regras para parcerias e repasses de dinheiro da União a ONGs só passam a valer no fim de julho de 2015, um ano após a sanção.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, a prorrogação atende a reivindicações de entidades da sociedade civil, municípios e outros órgãos que se manifestaram pela ampliação do prazo para se adaptarem às regras. Os 90 dias previstos originalmente pela lei não teriam sido suficientes para a transição, segundo a secretaria-geral.
O governo argumenta ainda que a manutenção do prazo original provocaria impactos nos orçamentos municipais, que, em maioria, já foram encaminhados aos legislativos locais sem as adaptações prevista pela nova legislação.

Criado na tentativa de reduzir casos de desvios de recursos públicos na relação entre o governo e organizações da sociedade civil, o novo Marco Regulatório das ONGs prevê, entre outras regras, a substituição dos convênios por dois novos instrumentos: os termos de colaboração e fomento. A lei também estabelece que o governo terá que realizar chamamento público, uma espécie de edital de concorrência, para selecionar organizações parceiras (ABr).

Os jovens estão ouvindo música com fones de ouvido, a partir de dispositivos móveis, em volumes bem acima do que é considerado seguro, como mostra estudo da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) e da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO). O estudo revela que os alunos pesquisados ouvem música a 92 decibéis (dB) em média, com picos até 109 dB. Uma furadeira pneumática, por exemplo, emite sons entre 100 dB e 105 dB. Uma avenida movimentada tem, em média, ruído de 85 dB.

“É urgente que sejam definidos limites de volume para os dispositivos móveis, e que os pais ou responsáveis conversem com as crianças e jovens para destacar os riscos de perdas auditivas provocadas pelo som alto”, destacou Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste. O levantamento analisou um grupo de 68 alunos dos Colégio Marista Arquidiocesano e do Colégio Dante Alighieri, na capital paulista. Os estudantes, que participaram espontaneamente da pesquisa, têm de 11 a 18 anos. Do total, 21 alunos afirmaram que ouvem música de duas a quatro horas diárias, tempo considerado excessivo para uso dos fones.

De acordo com o presidente da SBO e diretor do Departamento de Otorrinolaringologia da Santa Casa de São Paulo, o médico Paulo Roberto Lazarini, o descuido dos jovens com a saúde auditiva é mais norma do que exceção no Brasil. “As pessoas só vão ao otorrino quando estão com infecções, dores de ouvido ou perdas auditivas graves. Também costumam ver televisão e ouvir música em volumes muito elevados, o que, em algum momento de suas vidas, causará problemas sérios à audição”, destacou. Os resultados do levantamento foram enviados às autoridades do Ministério da Educação e das secretarias de Educação de São Paulo e do Rio de Janeiro (ABr).

 

 

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Os bebês já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche.

Vacinação para proteger grávidas e fetos contra 3 doenças

A partir da próxima segunda-feira (3), a Secretaria de Estado da Saúde inicia a vacinação “2 em 1” para grávidas entre a 27ª e a 36ª semana de gestação. A nova vacina acelular, que passa a compor o calendário SUS, além de proteger grávidas e fetos contra difteria e tétano, também imunizará contra a coqueluche, doença que apresenta um alto índice de letalidade, principalmente em crianças com até dois meses de vida.

A inclusão da coqueluche no esquema de vacinação de gestantes visa imunizá-las tanto para diminuir a transmissão da doença para o lactente quanto para oferecer proteção indireta nos primeiros meses de vida, quando a criança ainda não teve a oportunidade de completar o esquema de três doses da vacina recomendado pela rede pública de saúde. A nova vacina acelular será produzida pelo Instituto Butantan graças a um acordo para transferência de tecnologia firmado com a GlaxoSmithKline (GSK) para a produção local do componente pertussis acelular do imunobiológico.

“A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria.

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Mutirão vai diagnosticar catarata em idosos a partir dos 60 anos.

Amanhã tem mutirão para diagnóstico de catarata

A Secretaria de Estado da Saúde promove amanhã (1º), um mutirão para diagnóstico de catarata em idosos a partir dos 60 anos. Será no Hospital Geral de Taipas, na zona Norte (Av. Elísio Teixeira Leite, 6.999), a partir das 8h00. Não é necessário agendamento prévio para participar do mutirão. Serão distribuídas 400 senhas para triagem. Portadores de necessidades especiais serão atendidos prioritariamente.

Caso a demanda pelo serviço seja superior ao número de senhas, os pacientes terão seus nomes e contatos anotados para o posterior agendamento de consultas no ambulatório de oftalmologia do próprio hospital. Os pacientes que forem diagnosticados com catarata e tiverem indicação de cirurgia serão encaminhados para realização do procedimento no Hospital de Taipas. Já pacientes com patologias oculares associadas ao glaucoma, retina e outras alterações oculares serão encaminhados para atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) municipais.

“Estamos promovendo este mutirão com o objetivo de agilizar o diagnóstico e a realização de cirurgias de catarata, evitando casos de cegueira por meio da otimização e da agilidade do tratamento oferecido à população”, diz Andrea Ottoni Salles Aldrighi, diretora do hospital (SES).

 

 

Parecer que pedia cassação de Luiz Argôlo foi aprovado

Brasília - Por 13 votos a favor e quatro contra, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou na tarde de ontem (28) o relatório do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) recomendando a cassação do mandato de Luiz Argôlo (SD-BA). Argôlo responde por quebra de decoro parlamentar devido a sua relação com doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato O parlamentar é acusado de receber dinheiro e favores de Youssef.

Durante a sessão, os deputados Wladimir Costa (SD-PA) e Mauro Lopes (PMDB-MG) saíram em defesa de Argôlo argumentando não haver provas de que o parlamentar recebeu vantagens ilícitas. Costa disse que Argôlo podia ser vítima de uma injustiça. O relator rebateu os discursos e disse que existem provas robustas contra Argôlo, incluindo evidências de solicitação de vantagens financeiras. “O crime de corrupção passiva se caracteriza apenas pelo ato de solicitar vantagens”, respondeu Marcos Rogério.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) afirmou que mesmo passado o processo eleitoral era preciso preservar a imagem da Câmara. “Tem a imagem do Parlamento, da Casa, independente do processo eleitoral”, defendeu. “Não podemos fechar os olhos aos fatos”, emendou o deputado, ressaltando que as investigações da Operação Lava Jato devem trazer à tona novos detalhes do esquema a partir dos depoimentos da delação premiada.

A defesa de Argôlo ainda pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça em um prazo de cinco dias, como fez o deputado André Vargas (sem partido-PR). O recurso de Vargas seria analisado ontem pela comissão, mas não houve quórum para votação. Os julgamentos de Argôlo e Vargas precisam passar pelo crivo do plenário para que os parlamentares fiquem inelegíveis por oito anos (AE).

 

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