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Geral


 

Angelo Perosa/Secretaria de Meio Ambiente SP

Estimativa de prejuízo passa de R$ 30 milhões, só com a suspensão da navegação na Hidrovia Tietê-Paraná.

 

Mais de 2,1 milhões de alunos nas provas do Saresp

Nos próximos dias 11 e 12 de novembro, mais de 1,3 milhões de alunos do 2º, 3º, 5º, 7º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio da rede estadual farão as provas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), que é aplicado desde 1996, com a finalidade de produzir um diagnóstico da escolaridade básica paulista. Neste ano, mais 800 mil estudantes das redes particulares, SESI e Centro Paula Souza também participam da prova, totalizando 2,1 milhões de inscritos.

Nesta edição, são avaliados os conhecimentos em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza (Ciências, Biologia, Física e Química) e redação. Desde o ano passado, o Saresp foi ampliado também para os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. A adesão desse grupo foi possível graças à nova meta de alfabetização aos 7 anos - um ano a menos que o estipulado pelo País que define a idade certa aos 8 anos. Hoje, no Estado de São Paulo, 95% das crianças até 7 anos sabem ler e escrever (SEE).

Agricultura e transporte de cargas sofrem com falta de chuva em SP

A estiagem prolongada em São Paulo tem causado perdas ao agronegócio do estado. Se ainda não é possível dimensionar todo o dano na safra 2013/2014, na área de logística, a estimativa de prejuízo passa de R$ 30 milhões, só com a suspensão da navegação na Hidrovia Tietê-Paraná

A informação é do presidente do Conselho de Logística e Infraestrutura da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Renato Pavan. A expectativa de prejuízo potencial poderia alcançar R$ 45 milhões, somente com os problemas enfrentados no transporte da safra pela hidrovia. “Para se transportar grão de São Simão pela hidrovia até Pederneiras e, de lá, com ferrovias até Santos, custa R$ 86 a tonelada. Como não foi possível continuar a navegação na hidrovia, essa carga teve que ir por caminhão custando R$ 101 por tonelada. Essa diferença provoca a diminuição da renda do produtor e congestionamento das estradas até o porto, sem falar na quantidade de caminhões para substituir a ferrovia”, explicou ele.

A Hidrovia Tietê-Paraná tem 2,4 mil km de extensão, sendo 800 km no estado de São Paulo. Ela conecta os cinco maiores estados produtores de grãos: Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná. Por causa da falta de chuva e devido ao aumento de geração de energia nas hidrelétricas de Ilha Solteira e de Três Irmãos, trechos de navegação na hidrovia tiveram que ser paralisados.

Segundo Pavan, hoje a hidrovia tem capacidade para transportar 6 milhões de toneladas de carga, sendo 3 milhões de grãos e 3 milhões referente ao que ele chama de “caráter regional”, com transporte de cana e areia. “Mas ela tem potencial para receber até 12 milhões de toneladas”, destacou, ao acrescentar que a hidrovia deverá passar por obras. Para ele, é preciso tornar a hidrovia navegável de forma permanente, embora haja a limitação por causa do período de chuva.

No ano passado, 6,3 milhões de toneladas de cargas – entre milho, soja, madeira, carvão e adubo – foram transportadas por essa hidrovia. No setor industrial, ainda não foi possível prever o prejuízo com a falta de água no estado. Mas um estudo feito pela Fiesp em maio, com 413 empresários paulistas, já demonstrava preocupação deles com um possível racionamento no estado. Entre os empresários, 67,6% mostraram preocupação com a possibilidade de racionamento de água. Sobre as consequências de uma interrupção no fornecimento de água, 62,2% indicaram que a produção poderia ser prejudicada, mas não precisaria ser interrompida.

Já na agricultura, os prejuízos foram sentidos de diversas formas, segundo o pesquisador Orivaldo Brunini, do Instituto Agronômico (IAC) de Campinas. A falta de chuva afetou várias culturas em desenvolvimento, tais como a de cana, milho e citros, reduzindo a produção e a qualidade. “O prejuízo é econômico e social – não ter água para irrigar – afetando a qualidade de produtos e diminuição da produção”, disse ele. Brunini citou como exemplo a produção da cana, que apresentou queda superior a 15% nesta safra. “A seca antecipou a colheita e muitas pessoas podem perder o serviço em relação ao corte”.

Seguro para atletas em competições internacionais

Senado analisa projeto que valoriza professor

Proposta em análise na Câmara obriga clubes, confederações e federações esportivas a contratarem seguro de vida e contra acidentes pessoais para atletas profissionais e para os que participarem das competições internacionais. A importância segurada deve garantir aos atletas o direito a indenização mínima correspondente ao valor anual da remuneração pactuada. A medida está prevista no projeto dos deputados Romário (PSB-RJ) e Silvio Torres (PSDB-SP).

Os autores afirmam que esses atletas desenvolvem atividades de alto risco, necessitando ter cobertura adequada para treinamentos e competições. “Não há lógica a legislação realizar tratamento discriminatório entre os atletas que participam das competições no País e nas internacionais”, justificam. O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Seguridade Social e Família; do Esporte; e de Constituição e Justiça (Ag.Câmara).

Valorizar o trabalho dos professores é uma preocupação recorrente no Senado. Os senadores examinam, por exemplo, projeto que procura garantir o pagamento do piso nacional — que hoje é de R$ 1.697,39, para uma jornada de 40 horas — a todos os profissionais do magistério que atuam na educação básica pública. No entanto, de acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, pelo menos cinco estados e mais de 33% dos municípios ainda não pagam o piso.

Agora, Cristovam propõe transferir para a União a responsabilidade de pagar esse valor diretamente a todos os professores da educação básica pública. “A única saída para não jogar a conta sobre os cérebros das crianças é jogá-la sobre as finanças do governo federal. A lei nacional do piso foi feita pelo governo federal, deve caber a ele pagar o piso a cada professor, independente do seu estado ou município”, diz o senador.

Cristovam observa que governadores e prefeitos alegam não ter condições de arcar com o cumprimento do piso. Segundo o senador, a medida representaria na prática um reajuste para todo o magistério, pois governos e prefeituras ficariam responsáveis por continuar desembolsando o mesmo valor que hoje já pagam a esses profissionais (Ag.Senado).

 

 

Divulgação

Com o acordo, a expectativa é de que sejam vendidos 20 mil tratores.

Acordo facilita a venda de tratores para agricultura familiar

Um acordo de cooperação de vendas de máquinas com a Anfavea, para o Programa Mais Alimentos, foi assinado na sexta-feira (17), em São Paulo, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Laudemir Müller. Por meio do programa, agricultores podem adquirir máquinas e veículos com preços especiais e condições de financiamento exclusivas.

O Mais Alimentos oferece prazo de pagamento dez anos, com até três anos de carência e juros de 1% a 2%.

“A peça fundamental que organiza e explica o sucesso do programa é a capacidade que tivemos de desenvolver uma parceria entre os agricultores, o governo federal e a Anfavea. Esse trabalho ampliou a efetividade do programa de grande importância para a indústria e para a produção de alimentos”, disse o ministro. Segundo a Anfavea, o objetivo do acordo é estimular o desenvolvimento da agricultura familiar e promover a modernização e produtividade da atividade rural.

“É extremamente importante ter um programa voltado para a agricultura familiar no Brasil. Precisamos estimular o crescimento desse segmento com mecanismos que garantam o aumento da produtividade rural com equipamentos modernos e altamente eficientes”, disse Luiz Moan, presidente da Anfavea. De acordo com o ministério, na safra passada, os fabricantes de tratores venderam 19 mil unidades para a agricultura familiar. “E a expectativa é de que na safra 2014/2015 esse número chegue a 20 mil”, prevê o órgão (ABr).

Divulgação

As garotas que receberam a vacina devem tomar a segunda dose em até seis meses após a primeira.

Vacina contra HPV é aplicada em 43,7% das adolescentes paulistas

A segunda dose da vacina contra o HPV no estado de São Paulo atingiu, desde 1º de setembro, 417,3 mil adolescentes, o que representa cobertura de 43,75% do público-alvo. No país, o índice médio é 31,54%. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde. A vacina é destinada às adolescentes com 11, 12 e 13 anos. Segundo a secretaria, são necessárias três doses para a proteção efetiva. A vacinação da primeira dose atingiu 100% do público-alvo no estado.

As garotas que receberam a vacina devem tomar a segunda dose em até seis meses após a primeira. Caso a adolescente ainda não tenha iniciado o esquema de vacinação, a primeira dose permanece disponível nos postos. A terceira dose, que funciona como um reforço, deve ser aplicada cinco anos após a primeira.

“A infecção pelo HPV pode evoluir para câncer do colo do útero, quarta causa de morte por câncer no país. É fundamental que as adolescentes compareçam aos postos de saúde para tomarem a segunda dose da vacina”, destaca Helena Sato, diretora de imunização da secretaria. A vacina tem eficácia superior a 95%, e é distribuída gratuitamente em qualquer um dos 4,7 mil postos de vacinação do estado (ABr).

Luis Fonseca/Lusa

Centro de tratamento contra o ebola.

OMS declara fim do surto de ebola no Senegal

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou o fim do surto de ebola registrado no Senegal. Isso significa que o país, após registrar casos da doença, conseguiu interromper a transmissão do vírus. O primeiro caso no país foi identificado no dia 29 de agosto, em um jovem que havia viajado para Dakar por terra, saído da Guiné, onde teve contato direto com uma pessoa infectada. O país, de acordo com a organização, agiu de forma rápida para impedir que a doença se espalhasse.

“O plano de resposta do governo senegalês incluiu identificar e monitorar 74 contatos diretos do paciente, testagem rápida de todos os casos suspeitos, vigilância intensificada nos diversos pontos de entrada do país e campanhas de conscientização de amplitude nacional”, destacou. Ainda segundo a OMS, no dia 5 de setembro, amostras de laboratório do paciente testaram negativo para ebola, indicando que o rapaz havia se recuperado da doença. Ele retornou para a Guiné no dia 18 de setembro.

O Senegal optou por manter um nível máximo de alerta por 42 dias – duas vezes o período máximo de incubação do vírus ebola. “Apesar de o surto ter oficialmente acabado, a localização geográfica do Senegal deixa o país vulnerável a novos casos importados de ebola”, acrescentou a OMS.

 

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