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Geral


 

Marcelo Camargo/ABr

O fumo é responsável por mais de 200 mil mortes por ano no Brasil.

Importados até 100 dólares isentos

A Câmara dos Deputados analisa o projeto do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que isenta do Imposto de Importação produtos de até 100 dólares encaminhados por remessa postal internacional, desde que tanto o remetente quanto o destinatário sejam pessoas físicas.

Atualmente, a isenção vale apenas para os bens importados por pessoa física com valor de até 50 dólares.

Segundo o deputado, o valor vigente encontra-se defasado, pois permanece inalterado por mais de dez anos, sendo necessária sua atualização. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça (Ag.Câmara).

Conscientização sobre fumo passivo ganhou força no Dia de Combate ao Fumo

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado na última sexta-feira (29), a conscientização sobre os males do fumo passivo ganha força após pesquisas recentes sobre o tema. Segundo a OMS, o fumo é responsável por mais de 200 mil mortes por ano no Brasil

Doenças respiratórias e cardiovasculares são as principais enfermidades causadas pelo cigarro e, em muitos casos, as vítimas sequer são fumantes. Estudo feito por pesquisadores da Universidade de York, no Reino Unido, e divulgado no mês passado mostra que partículas da fumaça do tabaco no ambiente podem causar problemas de saúde e até câncer em não fumantes.

As novas constatações lançam luz sobre a questão e demandam campanhas específicas sobre o assunto, de acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Daniel Knupp. “Hoje, a imagem geral do fumo na sociedade é mais negativa, mesmo os não fumantes têm conhecimento da dimensão do malefício do cigarro no convívio com o fumante, mas não uma dimensão clara da magnitude desse risco”, comentou Knupp.

“É importante que os não fumantes tenham ciência de que a incidência de certas doenças pode ser tão elevada para eles quanto para o próprio fumante e tenham autonomia para cobrar o direito de um ambiente livre de tabaco”, disse o médico. Para a diretora clínica do Centro Paulista de Oncologia, Mariana Laloni, o que surpreendeu nos dados da pesquisa foi o fato de que mesmo em casas de não fumantes há um grau de substâncias tóxicas oriundas do cigarro capaz de causar câncer.

“Já sabemos que o maior prejudicado é o fumante e já há vários estudos que mostram o impacto do efeito do tabaco para o fumante passivo no mesmo ambiente [do fumante]. Mas esse estudo mostra que a fumaça exalada dos fumantes persiste no ambiente e aumenta o risco de doenças para não fumantes”, comentou Mariana.

A regulamentação da Lei Antifumo Nacional, cujas regras passam a valer a partir de 2 de dezembro, terá impacto ainda maior na queda do número de não fumantes, que hoje são obrigados a inalar fumaça de cigarro. Entre os pontos mais relevantes está a proibição do fumo em locais de uso coletivo, públicos ou privados. A norma também extingue os fumódromos e acaba com a possibilidade de propaganda comercial de cigarros até mesmo nos pontos de venda (ABr).

Lei antimáscaras

Vem aí a 2ª etapa de vacinação contra o HPV

São Paulo - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) sancionou a lei que proíbe a utilização de máscaras em manifestações no Estado de São Paulo. Ele informou que pretende ouvir associações, entidades e outros poderes antes de regulamentar a lei. Após a sanção, o governo tem agora 180 dias para formalizar a regulamentação da norma, especificando de que forma ela será posta em prática e como deverão agir as forças de segurança em casos de transgressão.

Alckmin mostrou intenção de acelerar os trâmites e pôr a lei em prática antes do prazo de seis meses. O governador informou que ouvirá a sociedade civil sobre o assunto. “Vamos ouvir a OAB, a sociedade civil, a associação dos jornalistas para fazer uma boa regulamentação”, disse. O governador reiterou o objetivo da medida. “Entendo a lei como positiva. Tivemos manifestações legítimas, mas também vimos pessoas promovendo vandalismo e destruição de patrimônio público e privado, muitas vezes escondidas através dessas máscaras”, acrescentou (AE).

A Secretaria de Estado da Saúde inicia nesta segunda-feira (1º), a aplicação da segunda dose do esquema de imunização contra o papilomavírus humano (HPV), causador de câncer de colo do útero.

Aproximadamente 942 mil meninas, com 11, 12 e 13 anos de idade, que já receberam a primeira dose da vacina no primeiro semestre deste ano, devem procurar o posto de vacinação mais próximo para a aplicação da segunda dose.
Ao todo serão 4,7 mil postos com horário de funcionamento entre 8h00 e 17h00. A cobertura da vacinação contra o HPV na primeira fase atingiu 99% do público-alvo e foi uma das maiores do Brasil. Em 2015, a vacina contra o HPV será destinada às meninas entre nove e 11 anos e também será dividida em três etapas. A partir do ano de 2016, a vacina passará a ser aplicada nas meninas com nove anos de idade.

“O papilomavírus humano é um vírus capaz de causar lesões de pele e mucosas e, quando não tratado corretamente pode evoluir para casos de câncer de útero. Já a eficácia da vacina a ser aplicada é superior a 95%. Ao alcançar uma elevada cobertura vacinal entre a população-alvo, observaremos, consequentemente, uma maior proteção contra a incidência do câncer de colo de útero”, afirma a médica Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria (SES).

 

 

Divulgação

A participação de público nas produções brasileiras chegou a 14,2%, com um acumulado de 11,5 milhões de ingressos.

Público de cinema cresceu 10% no primeiro semestre

A participação de público nas produções brasileiras chegou a 14,2%, com um acumulado de 11,5 milhões de ingressos.

Nos primeiros seis meses do ano, o público em salas de cinema cresceu 10% em relação ao mesmo período do ano passado – de 73,2 milhões de espectadores para 80,6 milhões. Desde 2009, o público total do primeiro semestre nas salas brasileiras vem aumentando gradativamente. As informações são do informe de mercado do segmento de salas de exibição, relativo ao primeiro semestre de 2014. O documento foi publicado nesta segunda-feira (25/8) no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual pela superintendência de análise de mercado da Ancine.

A participação de público nas produções brasileiras chegou a 14,2%, com um acumulado de 11,5 milhões de ingressos. No período analisado, foram exibidos 107 títulos brasileiros (no primeiro semestre de 2013, 93 filmes nacionais estiveram em circuito). Desses, 55 foram lançados em 2014, mantendo o mesmo patamar do ano passado.

Onze obras brasileiras alcançaram mais de 100 mil espectadores no primeiro semestre, sendo responsáveis por 96% do público do cinema nacional. Desses 11, quatro ultrapassaram a marca de 1 milhão de espectadores: “Até que a sorte nos separe 2”, de Roberto Santucci; “S.O.S. mulheres ao mar”, de Cris D’Amato; “Os homens são de Marte... e é para lá que eu vou”, de Marcus Baldini; e “Muita calma nessa hora 2”, de Felipe Joffily.

Mais espaço para o cinema nacional - Nos primeiros seis meses do ano, a soma das salas ocupadas pelos lançamentos nacionais nas semanas de estreia alcançou 3.828 salas, contra 3.321 ocupadas por estreias nacionais no mesmo período de 2013. Isso representa um aumento de 15% no espaço para lançamentos brasileiros em relação ao ano passado – e de 163% em relação ao primeiro semestre de 2010, quando lançamentos brasileiros ocuparam 1.453 salas no país.

Crescimento do parque exibidor - O parque exibidor brasileiro encerrou a primeira metade do ano com um total de 2765 salas de exibição – 194 salas a mais do que na primeira metade de 2013. A região Sudeste teve 67 salas inauguradas no primeiro semestre de 2014, seguida das 50 novas salas de exibição da região Nordeste; o Sul ganhou 9 salas novas; e a região Norte teve 8 salas implementadas (Minc).

Divulgação

O pesquisador disse que a maconha é rica em cannabidiol, substância que ajuda a combater convulsões e epilepsia.

Neurocientista aponta propriedades medicinais da maconha

Ao falar ontem (25) na Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), o pesquisador e neurocientista Renato Malcher Lopes, da UnB, apresentou uma série de estudos que, conforme sua avaliação, comprovam os efeitos medicinais de elementos presentes na planta e os benefícios no tratamento de sintomas de diversas doenças e síndromes – como câncer, esclerose tuberosa, Síndrome de Rett e autismo.

De acordo com Renato Malcher, o tetraidrocanabinol (THC, principal psicoativo da maconha), é antiinflamatório, analgésico, estimulador, sedativo, além de ajudar na redução da pressão intraocular. O pesquisador acrescentou que a maconha também é rica em cannabidiol, substância que ajuda a combater convulsões e epilepsia.

O pesquisador reconheceu que o uso abusivo da maconha traz problemas como a redução passageira da memória de curto prazo, durante o efeito da droga, que pode durar até seis horas.

Ainda segundo ele, o uso da substância é contraindicado para psicóticos, jovens em crescimento e gestantes. De acordo com Lopes, os índices de dependência em maconha são inferiores aos de outras drogas. Para o neurobiólogo, o Estado não deveria proibir a venda e o consumo de uma planta que traz alívio para o sofrimento das pessoas.

Segundo ele, existe um moralismo equivocado que acaba punindo famílias que poderiam ser beneficiadas pelo uso da substância.

“Muitas pessoas tiveram seus filhos definhando em seus braços sem poder usar o cannabidiol em razão dessa proibição. Efeitos colaterais de outros remédios são muito piores”, assinalou (Ag.Senado).

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A Operação Desmanche fechou 14 lojas de autopeças nas ruas dos Gusmões e Guaianazes.

Operação Desmanche fecha 14 lojas irregulares na Capital

A sexta “Operação Desmanche” fechou ontem (19), 14 lojas de autopeças no centro da cidade de São Paulo. A ação foi realizada pelas polícias Civil, Militar e Técnico-Científica, em conjunto com o Detran e a Prefeitura. Durante a fiscalização, a PM e o DEIC vistoriaram 15 comércios, com apoio de equipes da Secretaria Estadual da Fazenda e do Ministério Público. Os 14 estabelecimentos comerciais foram fechados por determinação do Detran, por não cumprirem as normas previstas na Lei dos Desmanches.

Além disso, a Prefeitura lacrou e emparedou os locais. Essas lojas estavam fechadas no momento da fiscalização, mas as equipes já haviam identificado que os espaços funcionavam sem regularização. Outra loja foi notificada e deverá apresentar as notas fiscais dos produtos disponíveis para venda. Entre os estabelecimentos verificados, 12 ficam na Rua Guaianazes e três na Rua dos Gusmões.

Os proprietários das lojas interditadas terão que comparecer ao Detran para iniciar o processo de regularização. Três motos com chassis adulterados foram apreendidas durante a operação. Esta foi a sexta operação contra desmanches no Estado. No total, já foram vistoriados 58 estabelecimentos comerciais, dos quais 42 foram interditados e autuados (SSP).

 

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