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Geral


 

A literatura está presente na vida escolar dos alunos da rede estadual de ensino.

Entre os títulos de aventura, “História sem Fim” (Michael Ende) é um dos livros preferidos.

Transferência de bilhete aéreo entre passageiros

Aguarda designação de relator na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o projeto do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) que cria a possibilidade de transferência de bilhete aéreo entre passageiros. Atualmente, explica o senador, a transferência de passagens aéreas entre pessoas físicas é proibida por resolução da Anac, que determina que “o bilhete de passagem é pessoal e intransferível”.

O projeto estabelece que o bilhete, embora seja pessoal, poderá ser transferido, de uma pessoa a outra, “sujeitando-se, exclusivamente, às regras e restrições que o transportador lhe impuser, bem como às exigências estipuladas pela autoridade aeronáutica com relação à identificação de passageiro”. A proibição da transferência, afirma Ferraço, é defendida por argumentos relativos à segurança pública e à possibilidade de surgimento de um mercado paralelo de revenda dos bilhetes aéreos. O senador ressalta, porém, que as empresas poderiam optar por proibir a transferência de passagens vendidas a preços promocionais.

“Entendemos que a possibilidade de transferência de bilhetes aéreos entre passageiros atenderá aos ditames da Política Nacional de Relações do Consumo, uma vez que alargará o poder de escolha do consumidor e beneficiará o mercado concorrencial do setor”, argumenta Ferraço na justificação da matéria, que será votada em decisão terminativa pela CCJ (Ag.Senado).

Nas escolas do Estado, livros de aventura são os preferidos

A Secretaria da Educação do Estado acaba de finalizar um levantamento com 145 mil alunos e os dados formam um mapeamento inédito sobre os gostos literários do jovem paulista

Por meio de um questionário respondido pela internet foi possível detectar que os livros de aventura são os preferidos dos estudantes, estilo escolhido por 22% dos participantes da pesquisa.
O segundo tipo de leitura preferido somou 14% das preferências e correspondem aos livros de terror. Em terceiro lugar foram os livros de comédia com 12%. A pesquisa foi destinada ao 7º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio, além do Ensino de Adultos e Jovens. Os dados ainda são parciais e o objetivo da pesquisa é traçar novas diretrizes para o Programa Apoio ao Saber, projeto que incentiva a leitura e nos últimos cinco anos já distribuiu mais de 10 milhões de livros aos alunos da rede estadual.

Entre os títulos de aventura já entregues para os estudantes e que contribuíram para o primeiro lugar na preferência estão “História sem Fim” (Michael Ende) e “Dom Quixote de La Mancha” (Miguel de Cervantes/Ferreira Gullar). Para os amantes dos livros de terror a Secretaria já distribuiu clássicos como “O Fantasma de Canterville” (Oscar Wilde) e “Contos Clássicos de Vampiro” (Vários Autores). Os que apreciam poesia têm na coleção “Memórias Inventadas” (Manoel de Barros) e “Antologia Poética” (Carlos Drummond de Andrade).

“A literatura está presente na vida escolar dos alunos da rede estadual de ensino e são diversas ações para aproximar os jovens dos livros, dentro e fora das salas de aula. Nós acreditamos que o gosto pela leitura pode ser disseminado pelos nossos alunos e por isso a comunidade também faz parte dos nossos programas”, afirma o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Este ano, a Secretaria vai levar bibliotecas a céu aberto para todas as Escolas da Família. A partir de fevereiro, quando as atividades gratuitas retornam aos finais de semana, a orientação é para que as 2,3 mil unidades do programa sejam palcos de eventos literários. Intitulado “Comunidade Leitora”, o projeto tem como foco incentivar o hábito da leitura em todas as faixas etárias, de crianças a idosos moradores do entorno do bairro. A ideia é promover, aos sábados e domingos, rodas de contação de história, saraus, encontros com escritores, produção de textos, teatro e até exposição com clássicos da literatura infantil (SEE).

Brasil gera 5,2 milhões de empregos em 4 anos

Oferta de vagas no ProUni chega a mais de 213 mil bolsas

O Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos gerados no quadriênio 2009/2014. É o que mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho. O crescimento, tomando como base os dados do Caged e da Rais, é de 11,97%.

No ano de 2014, o aumento foi de quase 1%, com o acréscimo de 396.993 mil novos trabalhadores empregados. Até 2013, o país tinha 41,053 milhões de trabalhadores empregados, segundo os critérios do Caged. O balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o INPC. As mulheres tiveram o melhor reajuste, de 1,39% contra 0,84% dos homens.

Em 2014, os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, com 53.887 (+2,72%) novas vagas, Rio de Janeiro, com 53.586 postos (+1,39%) e Ceará, com 47.372 (+3,98%) empregos. Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, com 121.689 vagas (+0,56%), seguido do Sul, com 118.795 vagas (+1,62%) e do Nordeste com 99.522 novos empregos (+1,51%). No Centro Oeste o saldo foi positivo em 39.335 postos (+1,25%) e no norte em 17.652 postos (+0,39%).

“O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos”, destacou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, ao comentar os números (SIP).

O Programa Universidade para Todos (ProUni) vai ofertar 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. O número representa crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, quando foram ofertadas 191.625 bolsas. As inscrições começam nesta segunda-feira (26) e podem ser feitas até o dia 29 na página do ProUni.

Em 2015, as bolsas serão para 30.549 cursos, em 1.117 instituições de ensino superior privadas. Trata-se da maior oferta de bolsas desde que o programa foi criado. A maior parte das bolsas concentra-se na Região Sudeste (48%), seguida da Região Sul (22%), Nordeste (14%), Centro-Oeste (10%) e Norte (6%). Podem concorrer estudantes que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista integral. É preciso ainda comprovar renda bruta familiar, por pessoa, até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, no valor de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos.

Para se inscrever, o candidato deve ter participado do Enem de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação. Outra condição é que ainda não tenha diploma de curso superior. Professores do quadro permanente da rede pública de ensino, que concorrerem a cursos de licenciatura, também podem participar do ProUni. Nesse caso, não é necessário comprovar a renda.

Ao longo de dez anos, o Prouni concedeu 1,5 milhão de bolsas de estudos para estudantes carentes de todo o País. Nesse período, o programa formou mais de 430 mil profissionais em todas as áreas do conhecimento. Atualmente, o programa beneficia mais de 562 mil jovens brasileiros de baixa renda com bolsas integrais ou de 50% em universidades privadas de todo o País (ABr).

 

 

Marcelo Camargo/ABr

Ministro do Esporte, George Hilton, quer tornar a política nacional esportiva uma política de Estado.

Governo estuda criação de fundo de incentivo à prática de esportes

O Ministério do Esporte planeja criar um fundo nacional para incentivar a prática esportiva no país. O projeto de lei que cria o fundo deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional no segundo semestre deste ano. A informação é do ministro do Esporte, George Hilton, que participou de reunião no Comitê Olímpico Brasileiro, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (23).

O texto ainda está sendo preparado e, antes de ser fechado, será discutido com o COB e com os representantes das diversas confederações esportivas brasileiras.

“O fundo segue a mesma lógica do que é aplicado hoje na educação, onde tem uma Lei de Diretrizes e Bases que define qual é o papel da União, [dos] estados e municípios”. O ministro destacou que a proposta é que não haja descontinuidade nos repasses de recursos. “Às vezes, o município não tem condições de celebrar [o convênio], então o recurso volta”, disse George Hilton. Segundo ele, o fundo será composto por orçamentos públicos, como o Orçamento Geral da União, e por recursos privados oriundos de incentivos fiscais e verbas de loterias.

Hilton ressaltou que o objetivo é tornar a política nacional esportiva uma política de Estado. “Os números serão trabalhados dentro do orçamento que já existe no ministério, no que a gente tem com a Lei Agnelo-Piva e também no que traremos com a lei de incentivo fiscal. Existe um projeto que está sendo elaborado pelos técnicos do ministério e teremos um diagnóstico, até março, de como será a responsabilidade de cada ente e quem serão os gestores”, disse o ministro.

O presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, disse que a ideia do fundo é boa. Ele ponderou, no entanto, que o texto ainda será discutido com as confederações. “Tudo tem que ser conversado, tem que ser discutido. O que foi combinado é que tudo será feito com um trabalho conjunto com o COB e as confederações” (ABr).

Tomaz Silva/ABr

A produção do biodiesel a partir do óleo de peixa vai beneficiar inicialmente 300 piscicultores familiares do Ceará.

Petrobras vai produzir biodiesel a partir de óleo de peixe

A Petrobras vai começar a produzir ainda este mês biodiesel a partir do óleo de peixe.
Em nota, a estatal informou que a produção do biodiesel a partir dessa matéria-prima vai beneficiar inicialmente 300 piscicultores familiares e garantir a compra de 15 toneladas de resíduos e gorduras de peixe por mês dos piscicultores cearenses. A produção será feita pela Petrobras Biocombustíveis na Usina de Quixadá, no Ceará, a partir do óleo extraído de vísceras de peixes, conhecido como OGR (óleos e gorduras residuais) de peixe. A companhia recebeu, em dezembro, 4,55 toneladas do produto para produção de biodiesel.

O volume é resultado do primeiro contrato de compra firmado com a Cooperativa dos Produtores do Curupati, em Jaguaribara. Na ocasião, também foi assinado convênio com a Secretaria da Pesca e Aquicultura do Ceará para assistência técnica aos piscicultores dos açudes do Castanhão e de Orós. Até o fim do ano, o projeto poderá alcançar metade dos 600 piscicultores familiares que trabalham nos dois maiores açudes da região: o Castanhão, que tem áreas produtivas nos municípios de Jaguaribara, Jaguaretama e Alto Santo; e o Orós, nos municípios de Orós e Quixelô, ambos na bacia hidrográfica do Rio Jaguaribe.

Na avaliação da Petrobras, o uso do óleo extraído das vísceras do pescado na produção traz vantagens a ambas as partes. Para a companhia, assegura biodiesel com matéria-prima de qualidade, além de a iniciativa estar alinhada ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Para os piscicultores, gera valor de mercado para um subproduto, o que proporciona renda extra. Ao mesmo tempo, fortalece a cadeia produtiva do pescado, transformando um possível passivo ambiental em matéria prima para a produção de biodiesel (ABr).

Reprodução

 

Último réu do Massacre do Carandiru é condenado a 624 anos de prisão

Mais um réu do julgamento do Massacre do Carandiru foi condenado, na madrugada de ontem (10), a 624 anos de prisão em regime fechado. A pena dada ao ex-policial militar Cirineu Carlos Letang Silva corresponde à morte de 52 detentos que estavam no terceiro pavimento do Pavilhão 9 do complexo penitenciário. O fato ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando uma operação policial para reprimir uma rebelião resultou na morte de 111 presos. Letang já está preso por ter sido condenado anteriormente pela morte de cinco travestis.

Por envolver grande número de réus e de vítimas, o julgamento do Carandiru foi desmembrado em quatro etapas, de acordo com o que ocorreu em cada um dos quatro pavimentos da casa de detenção. Os 25 policiais que também atuaram no terceiro pavimento foram condenados em agosto do ano passado, com a mesma pena. A primeira etapa do julgamento do Carandiru ocorreu em abril de 2013, quando 23 policiais foram condenados a 156 anos de reclusão pela morte de 13 detentos que estavam no segundo pavimento.

A segunda etapa foi a que condenou os policiais que agiram junto com Letang. O terceiro grupo de dez policiais foi condenado pela morte de oito detentos que estava no quinto pavimento, em fevereiro deste ano. Nove policiais foram condenados a 96 anos de prisão cada. No quarto júri, foram julgados 15 policiais militares do acusados da morte de oito detentos que ocupavam o quarto pavimento, além de duas tentativas de homicídio. Eles foram condenados a 48 anos de prisão cada, por homicídio qualificado (ABr).

 

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