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Geral


 

Arquivo/ABr

São 1.148 cursos de graduação a distância, que correspondem a 4% dos cursos no país.

Reprodução


Projeto prevê multa para quem joga lixo nas ruas

Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o projeto que obriga municípios a aplicarem multas a quem descarta lixo nas vias públicas. A proposta, de autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT), tem parecer favorável do relator, senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). O projeto acrescenta à Política Nacional de Resíduos Sólidos a proibição de descarte irregular de resíduos ou rejeitos em vias públicas.

Além disso, a proposta exige que os municípios regulamentem a forma correta do descarte e estabeleçam multas para quem descumprir a regra. O projeto dá o prazo de dois anos para que os municípios regulamentem a nova lei. Para o autor, atualmente as pessoas têm dificuldade de saber como descartar e tratar adequadamente o lixo. O problema, para Taques, no entanto, será resolvido apenas com investimento em educação, tecnologia e gestão eficiente.

“O projeto do qual ora se cuida propõe uma singela, mas importante contribuição à proteção do meio ambiente urbano”, afirmou. Em seu relatório favorável, Randolfe Rodrigues analisou a constitucionalidade, a técnica legislativa e a juridicidade do projeto. O mérito da proposta deve ser analisado pela Comissão de Meio Ambiente, que vota o texto de forma terminativa (Ag.Senado).

Conselho discute nova avaliação para educação a distância

A educação a distância (EaD) poderá ter um novo marco reagulatório até o final deste ano

A discussão está na reta final no Conselho Nacional de Educação (CNE) e a intenção é que, até novembro, um documento consolidado seja enviado ao Ministério da Educação (MEC).
Entre as mudanças está a elaboração de uma nova avaliação para a modalidade. O novo critério – necessário para o funcionamento dos cursos, credenciamento e recredencimento deles no MEC – deverá valorizar o projeto institucional e considerar a inovação, a estrutura, o corpo docente, a interdisciplinaridade da instituição. O conselheiro do CNE, Luiz Roberto Curi, explica que avaliação feita atualmente é mais quantitativa, considera aspectos como o número de docentes ou número de livros disponíveis.

A nova levará em conta também as especificidades de cada instituição e a qualidade ofertada. “O novo procedimento [de avaliação] deverá ter um novo instrumento, novos indicadores, que possam conduzir a uma percepção do projeto institucional, que consiga avaliar as diferenças. Se [uma instituição] amplia a base tecnológica, amplia o acesso a leitura, o contato com a sociedade, ela tem um projeto bem avaliado.”

Também será levada em consideração a formação e capacitação dada aos docentes para atuarem no ensino a distância. O polo de educação a distância ou polo de apoio presencial, onde são desenvolvidas as atividades pedagógicas e administrativas, terá destaque. No polo, os estudantes tem à disposição atividades de tutoria presencial, biblioteca, laboratórios, teleaulas, avaliação.

O CNE planeja estimular o uso dos polos como espaço de extensão, de integração com a comunidade. “A ideia é permitir que a instituição que quer ofertar a EaD construa o seu projeto institucional e o construa qualificando o polo, qualificando as tecnologias disponívei”, diz Curi. A nova avaliação será elaborada pelo Inep e considerada no processo de recredenciamento da instituição de ensino que oferta a EaD.

Curi explica que as novas diretrizes deverão contribuir para a expansão com qualidade da educação a distância, necessária para levar o ensino superior a locais onde não há a opção presencial. Atualmente, segundo o conselheiro, 66% dos municípios brasileiros não têm oferta de ensino superior. De acordo com o Censo da Educação Superior, são 1.148 cursos de graduação a distância, que correspondem a 4% dos cursos no país. A maior parte (55,3%) é ofertada por instituições privadas. Ainda em fase de projeto, o novo marco deverá ser apresentado em audiêcia pública pré-agendada para o dia 1º de setembro (ABr).

A dívida Argentina
e o Brasil

Eleições: número de jovens cai e de idosos aumenta

A falta de um acordo sobre a dívida da Argentina impactará a economia brasileira principalmente pelo canal do comércio, afirma o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian.

De acordo com o economista o processo de depreciação da moeda argentina e o baixo crescimento econômico do país já resultaram em queda das exportações brasileiras e o cenário deverá se agravar. “De janeiro a junho de 2013, o Brasil exportou para a Argentina mais de US$ 9 bilhões, com destaque para as exportações de automóveis, que representaram cerca de 20% do valor exportado. Em 2014, entretanto, as exportações brasileiras para a Argentina foram de apenas US$ 7,4 bilhões”, diz o Vartanian.

A indústria automobilística brasileira vem sentindo os efeitos da queda nas demandas internas e externas. Outros efeitos potenciais referem-se ao aumento da desconfiança de investidores na região com consequente exigência de prêmios de risco maiores, o que pressionaria a taxa de juros nos países da América Latina.

Apesar de o eleitorado brasileiro ter crescido 5,17% nos últimos quatro anos, a participação dos jovens aptos a votar em 2014 será menor do que em 2010, informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Enquanto no último pleito geral os eleitores com 16 anos eram 900.807 (0,66%), no dia 5 de outubro, eles serão 480.044 (0,34%), uma redução de 420 mil eleitores.

Já o percentual de idosos aptos a votar cresceu no mesmo período. Em 2010, os eleitores com 60 anos ou mais eram 20.769.458 (15,29%). Este ano, 24.297.096 (17,01%) idosos estão em condições de votar. Na faixa etária até 17 anos também houve redução do número de pessoas aptas a votar. Em 2010, 1.490.545 estavam aptas a participar das eleições. Este ano, 1.158.707 poderão votar – diferença de 331.838 eleitores.

Para o presidente do TSE, ministro Dias Tofolli, essa redução se deve, entre outros pontos, ao envelhecimento da população. De acordo com o tribunal, o maior percentual de eleitores está na faixa etária de 25 a 34 anos. Ao todo, eles são 33.268.757 (23,29%). Os eleitores com idade entre 45 a 59 anos são 33.790.849 (23,66%) (ABr).

 

 

Tomaz Silva/ABr

Baía de Guanabara sedia o primeiro evento-teste para as Olimpíadas de 2016.

Apesar de críticas, Baía de Guanabara recebe evento pré-2016

A Baía de Guanabara está no centro das atenções do mundo do esporte, no momento em que 324 atletas e 250 embarcações de mais de 30 países disputam provas de dez modalidades olímpicas de vela. O primeiro dos 45 eventos preparatórios para as Olimpíadas de 2016 está sendo realizado na raia da Marina da Glória, de amanhã (2) até o dia 9. A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) vistoriou o local que vai receber as provas, próximo à Praia do Flamengo, e atestou “as condições adequadas para a realização de evento-teste”.

A avaliação, entretanto, não é unânime. Usuários e frequentadores da Baía de Guanabara se dividem quando o assunto é a qualidade da água do local. O gerente de Operações da Marina da Glória, Ricardo Ermel, relata que a incidência de manchas de óleo na água diminuiu, mas que a quantidade de lixo flutuante aumentou nas últimas décadas. Ele diz que costuma entrar na água sem medo e que tem visto animais marinhos pela baía. “É claro que quando chove muito eu evito porque aí vem todo o lixo e a água dos rios. Mas, no ano passado, eu vi golfinho na baía novamente, você vê peixe, tartaruga. Mas tem o esgoto também, que a gente está lutando [para combater]”.

O comandante da Escola Naval, contra-almirante Marcelo Francisco Campos, diz que o lixo encontrado nas águas danifica as embarcações com frequência. O professor de educação física Carlos Santos, que aluga pranchas de stand-up-padle na Praia do Flamengo, diz que nunca registrou, entre seus alunos, casos de doenças transmitidas pela água poluída, como hepatite e doenças de pele. O vice-presidente de Remo do Clube Guanabara, Marco Lemos, explica que, pelo menos na Praia de Botafogo, onde fica a sede do clube, não dá para confiar na qualidade de água, mesmo quando o mar fica transparente.

De acordo com a presidenta da Comissão de Coordenação para os Jogos Rio 2016 do Comitê Olímpico Internacional (COI), Nawal El Moutawake, a organização dos jogos recebeu, em março, garantias sobre a segurança do uso das águas. “Posso garantir que nós fomos informados de que as águas da Baía de Guanabara estarão limpas quanto ao lixo e seguras para os jogos”, destacou (ABr).

Tomaz Silva/ABr

As atividades realizadas pelos estrangeiros durante a Copa resultaram em recorde na receita cambial turística.

Copa: o que fizeram os estrangeiros além dos jogos

A maior parte dos turistas internacionais que vieram ao Brasil tiveram como principal motivação a Copa do Mundo, segundo a pesquisa do Ministério do Turismo e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No intervalo entre um jogo e outro os estrangeiros aproveitaram para conhecer o litoral e a culinária local, além de aproveitar as festas relacionadas ao evento. As praias foram o principal atrativo dos visitantes estrangeiros (78,9%) que estiveram no país. Eles aproveitaram também para co­nhecer a gastronomia (74,7%) e fazer compras (68,1%).

Turistas de 203 nacionalidades visitaram 378 municípios brasileiros e permaneceram, em média, 13 dias no país. As motivações confirmam as pesquisas, que apontam o lazer como principal interesse de mais de mais de 40% dos estrangeiros, seguido de negócios, eventos e convenções, com cerca de 25%. Embora o Mundial tenha sido a principal motivação de 92,3% dos visitantes, outros 7,7% dos estrangeiros que vieram ao Brasil tinham como motivação rever parentes e amigos, além de fazer
turismo de lazer ou negócios. Eles vieram participar de cursos, congressos, feiras, peregrinações e tratamentos de saúde.

As diversas atividades realizadas pelos estrangeiros durante a Copa resultaram em recorde na receita cambial turística para os meses de junho. No total, os estrangeiros gastaram US$ 1,4 bilhão, se somados os meses de junho completo e julho até o dia 23. O valor é 41,59% superior aos gastos feitos nos dois meses completos do ano passado, US$ 993 milhões (MTur).

Elza Fiúza/ABr

Ministra fala sobre programa de internacionalização da cultura brasileira.

 

MEC vai levar 500 jovens para fazer cursos no exterior

O Ministério da Cultura lançou dois editais para cursos e eventos no exterior, com o objetivo de levar 500 jovens agentes culturais para estudar e participar, em outros países, de eventos das mais diversas áreas e cursos. As atividades serão desenvolvidas entre novembro deste ano e março de 2015. Os editais abrangem áreas como música, artes cênicas, rádio, televisão e artesanato. Para ser selecionado, o jovem precisa ter alguma experiência na área em que está interessado.

As instituições de ensino que receberão os jovens brasileiros foram mapeadas pelo ministério e visitadas pela ministra da Cultura, Marta Suplicy. O critério para aceitação do jovem vai depender das próprias universidades estrangeiras, que receberão uma carta do estudante interessado. Depois disso, o jovem receberá convite da instituição, mas ainda terá que ser aprovado por uma banca composta por representantes do MEC, da Diretoria de Relações Internacionais e da Funarte, entre outras instituições.

Segundo Marta Suplicy, após retornar ao país, os jovens selecionados terão de participar de cursos, oficinas e apresentações artísticas sobre o que incorporou no exterior para multiplicar o conhecimento que obteve nos intercâmbios. Há um contrato em que ele [o jovem] vai ter que fazer essa prestação depois que voltar, informou a ministra. Os interessados em participar da iniciativa já podem se inscrever. As dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail (intercambio.sec@cultura.gov.br) (ABr).

 

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