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Geral


 

Estudo da Eletrobras mostra que a maior parte das hidrelétricas emite pouco dióxido de carbono.

Smartphones estão entre os mais procurados

Os smartphones são objetos de desejo dos brasileiros. À exemplo do que aconteceu antes da Black Friday, esses produtos dominaram a lista de termos que mais geraram visitas para a categoria “Lojas de departamento” durante o período que antecede o Natal, entre 16 de novembro e 13 de dezembro, figurando em oito dos dez produtos mais buscados. A conclusão é de um levantamento realizado pela Hitwise, ferramenta global de inteligência em marketing digital da Serasa Experian.

“Moto G”, modelo de smartphone da Motorola, foi o termo relacionado a um produto que mais gerou visitas para a categoria em que se enquadram os grandes varejistas, que impulsionam as vendas de Natal. Os outros produtos da lista foram: “iPhone 5s”, “iPhone 4s ”, “Moto E”, “iPhone 5” e “iPhone 6”.Os itens não relacionados a telefonia foram o videogame “Xbox 360” na sétima posição e “tablet” na oitava. Fechando a lista, apareceram “iPhone 5c” e “Moto X.

Hidrelétricas contribuem para a redução de gases de efeito estufa

O estudo Balanço de Carbono em Reservatórios (Balcar), feito em conjunto por empresas do grupo Eletrobras e dez instituições de pesquisa brasileiras, entre 2011 e 2013, com 11 usinas hidrelétricas apurou que, à exceção de Balbina, “a maior parte das hidrelétricas brasileiras emite muito pouco dióxido de carbono, em proporção muito menor do que qualquer usina térmica, por melhor que ela seja. E alguns reservatórios mostraram que absorvem carbono”

A informação é da chefe da Divisão de Estudos e Planejamento Ambiental da Eletrobras, Maria Luiza Milazzo. Entre os reservatórios que absorvem gases responsáveis pela emissão do efeito estufa da atmosfera, o estudo salienta os de Funil, na Região Sudeste, e de Xingó, na Região Nordeste. “Essa foi uma surpresa muito boa e interessante”. Foram feitos quatro levantamentos de campo em cada usina, em observância às estações do ano.

Do total de usinas pesquisadas, oito estavam em operação – Balbina, Tucuruí, Itaipu, Serra da Mesa, Xingó, Três Marias, Funil e Segredo – e três em fase de construção – Santo Antônio, Belo Monte e Batalha. Foram coletados dados sobre emissões de dióxido de carbono, óxido nitroso e metano. Este último gás tem poder de aquecimento global quatro vezes maior que o dióxido de carbono, destacou Maria Luiza.

A usina de Balbina, situada no Rio Uatumã, na Amazônia, foi objeto de estudo anterior do biólogo Alexandre Kemenes, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), publicado em 2007 na revista especializada em geofísica Geophisical Research Letter. A pesquisa constatou elevados índices de emissões naquela hidrelétrica, dez vezes superiores às emissões de uma termelétrica movida a carvão mineral.

A chefe da Divisão de Estudos e Planejamento Ambiental da Eletrobras informou que, no cômputo geral, o Estudo Balcar mostra que as usinas hidrelétricas tendem a absorver gases poluentes da atmosfera. “Itaipu, por exemplo, é uma hidrelétrica que tem quase nada de emissão”. Observou que uma usina termelétrica a gás emitirá menos do que uma [usina] térmica a óleo ou a carvão mineral. “Por isso é que a hidrelétrica ainda é tão vantajosa em relação a outro tipo de energia que a gente precisa para alimentar o setor elétrico do nosso país”.

Maria Luiza ressaltou que as hidrelétricas contribuem no combate às mudanças climáticas. “A matriz energética do setor elétrico brasileiro é muito limpa devido ao grande número de hidrelétricas que nós temos. Se a gente fosse usar outro tipo de fonte, ela seria muito mais poluente, seja gás, carvão, óleo, diesel ou qualquer outro tipo de combustível fóssil. Seria muito maior a emissão”, destacou.

O Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobras (Cepel), que coordenou o estudo, já está formatando o Balcar 2. A ideia, disse Maria Luiza, é dar seguimento à pesquisa não só nas três áreas onde os empreendimentos hidrelétricos estavam em construção mas também em outras usinas. O objetivo é ter uma base de dados sólida, tendo em vista que as pesquisas de campo são demoradas, caras e trabalhosas (ABr).

Inpe alerta para aumento
da incidência de raios

Novos extintores de incêndio serão exigidos a partir de 1º de janeiro

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou informações sobre o início da temporada de chuvas no Brasil, de outubro a março, e alertou para o aumento da incidência de raios nas regiões Sul, Nordeste e Norte. A elevação no número de descargas deverá ocorrer especialmente no final do verão. Já as regiões Sudeste e Centro-Oeste deverão receber raios em incidência levemente abaixo da média.

O Elat também levantou dados sobre mortes causadas por raios em 2014. Até a primeira metade de novembro, 84 pessoas morreram em decorrência do fenômeno. O número é um pouco inferior ao registrado neste mesmo período do ano passado, 88.

Ainda de acordo com o grupo, morreram mais pessoas durante atividades agropecuárias (29%) e dentro de casa (18%), o que indica um desconhecimento dos riscos durante tempestades. Há mais vítimas do sexo masculino (89%) e que viviam em áreas rurais (56%).

Para auxiliar a população a se informar sobre a incidência de raios e os cuidados que devem ser tomados, o Elat reformulou seu site, com novo visual e conteúdo ampliado. De acordo com o grupo, o projeto foi desenvolvido para tornar ainda mais acessíveis os dados sobre raios e tempestades tanto para pesquisadores e estudantes como para o público leigo. Um dos destaques é a nova ferramenta de busca da média anual de concentração de raios em cidades brasileiras. É possível fazer comparações entre municípios e entender como cada local é atingido.

Ainda com o objetivo de divulgar informações para minimizar acidentes, o Elat lançou também em DVD o filme Fragmentos de Paixão, longa de 2013 sobre o assunto, disponível para compra no site (www.scorpiusvideo.com.br). Também foi criado um concurso de fotografias de raios, que durará todo o ano de 2015. A proposta é divulgar as melhores fotos de cada mês no novo site e, no fim do ano, escolher a imagem mais impressionante, que terá destaque em todos os canais de comunicação do grupo. Mais informações em (www.inpe.br/elat).

Ao não cumprir a medida, o proprietário estará sujeito a multa de R$ 127,69 mais cinco pontos na CNH, além de retenção do veículo para regularização.

A partir do dia 1º de janeiro de 2015, os veículos automotores só poderão circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC. Os equipamentos permitidos atualmente pela legislação federal, do tipo BC, deverão ser substituídos até 31 de dezembro de 2014. De acordo com o Artigo 105 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o extintor é de uso obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque.

Nenhum desses poderá sair de fábrica, ser licenciado e transitar nas vias abertas à circulação sem estar equipado com extintor de incêndio instalado na parte dianteira do compartimento interno destinado aos passageiros. A Resolução ainda estabelece especificações (quantidade, tipo e capacidade mínima da carga) dos extintores.

De acordo com o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), a medida garante maior segurança aos motoristas e passageiros. “Os extintores com carga ABC são mais modernos e atendem todas as classes de incêndio. O pó especial é capaz de combater princípios de incêndios em materiais sólidos, líquidos inflamáveis e equipamentos energizados”, comentou a assessoria de comunicação do órgão.

Os extintores de incêndio de pó químico tipo BC, que equiparam os carros fabricados até 2004, têm capacidade de combater princípios de incêndios de líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos. Os de carga ABC atuam desde princípios de incêndios de sólidos até papéis, madeiras e tecidos. Além da troca da carga, os proprietários devem estar atentos quanto à capacidade e validade dos extintores.

Conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou se este estiver ineficiente ou inoperante é considerado infração grave, segundo o artigo 230 do CTB. A penalidade gera multa de R$ 127,69, mais cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do proprietário do veículo, além de medida administrativa (Ag.CNT de Notícias).

 

 

Arquivo/ABr

Um em cada quatro imóveis alugados tem peso de 30% ou mais no orçamento dos locatários.

25% dos aluguéis nas cidades têm peso excessivo para famílias

Um em cada quatro imóveis alugados nas cidades brasileiras (25,7%) tem peso de 30% ou mais no orçamento dos locatários. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE esse é um ônus considerado excessivo por vários órgãos nacionais e internacionais. O problema afeta 5,2% do total de domicílios urbanos. Em 2004, esse percentual era 4,4%. Entre as unidades da Federação, o maior índice é encontrado no Distrito Federal: 9,5% do total. O menor está no Piauí: 1,2%.

Entre as famílias com renda domiciliar per capita até meio salário mínimo, 11,6% dos domicílios urbanos eram ocupados por famílias que pagam preço excessivo para seu orçamento. Isso representa mais da metade (55%) do total dos aluguéis para essa faixa de renda. A pesquisa do IBGE constatou também que 70,6% dos domicílios particulares permanentes urbanos têm abastecimento por rede de água geral, esgoto sanitário ligado à rede coletora e coleta de lixo. Há, no entanto, diferenças regionais. Enquanto no Sudeste, o percentual atinge 91,1%, na Região Norte alcança apenas 21,2% dos imóveis urbanos.

Há grandes diferenças também entre os estados. Enquanto em São Paulo, 95,5% dos domicílios têm saneamento adequado, no Amapá a cobertura é 2,4%. Ainda segundo o estudo, o número de lares com computador, internet, aparelho de DVD, TV em cores e máquina de lavar (tudo junto) subiu de 21% em 2004 para 34,5% em 2013 (ABr).

Divulgação

O programa incentiva leitura e oferece títulos de grandes autores brasileitura.

Termina amanhã a mega pesquisa sobre hábitos literários

A Secretaria da Educação do Estado mantém no ar até amanhã (19) o questionário online Apoio ao Saber. O levantamento quer coletar e identificar os gostos literários dos alunos que participam do programa de incentivo à leitura nas escolas estaduais. Em cinco anos, mais de 10 milhões de kits com três livros foram entregues a estudantes do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano), Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Para participar da pesquisa basta acessar o Portal da Educação (www.educacao.sp.gov.br) e clicar no espaço destinado ao programa na página inicial. O próximo passo é informar o número de registro do aluno (RA) e criar uma nova senha. A partir daí, as perguntas do questionário estarão disponíveis. São ao todo 13 questões de múltipla escolha sobre temas como distribuição do material nas escolas, gêneros preferidos e tempo dedicado à leitura.

“Mais de três milhões de alunos são contemplados com o programa Apoio ao Saber. A proposta é ampliar ainda mais as opções a que nossos alunos têm acesso. Por isso, precisamos fazer um mapeamento do que eles gostam e também querem ter”, afirma o secretário da Educação, Herman Voorwald. “Vale lembrar ainda que o programa também incentiva à literatura nacional ao oferecer títulos de grandes autores brasileiros”, completa (SEE).

Reprodução

 

Último réu do Massacre do Carandiru é condenado a 624 anos de prisão

Mais um réu do julgamento do Massacre do Carandiru foi condenado, na madrugada de ontem (10), a 624 anos de prisão em regime fechado. A pena dada ao ex-policial militar Cirineu Carlos Letang Silva corresponde à morte de 52 detentos que estavam no terceiro pavimento do Pavilhão 9 do complexo penitenciário. O fato ocorreu no dia 2 de outubro de 1992, quando uma operação policial para reprimir uma rebelião resultou na morte de 111 presos. Letang já está preso por ter sido condenado anteriormente pela morte de cinco travestis.

Por envolver grande número de réus e de vítimas, o julgamento do Carandiru foi desmembrado em quatro etapas, de acordo com o que ocorreu em cada um dos quatro pavimentos da casa de detenção. Os 25 policiais que também atuaram no terceiro pavimento foram condenados em agosto do ano passado, com a mesma pena. A primeira etapa do julgamento do Carandiru ocorreu em abril de 2013, quando 23 policiais foram condenados a 156 anos de reclusão pela morte de 13 detentos que estavam no segundo pavimento.

A segunda etapa foi a que condenou os policiais que agiram junto com Letang. O terceiro grupo de dez policiais foi condenado pela morte de oito detentos que estava no quinto pavimento, em fevereiro deste ano. Nove policiais foram condenados a 96 anos de prisão cada. No quarto júri, foram julgados 15 policiais militares do acusados da morte de oito detentos que ocupavam o quarto pavimento, além de duas tentativas de homicídio. Eles foram condenados a 48 anos de prisão cada, por homicídio qualificado (ABr).

 

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