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Geral


 

Marcelo Camargo/ABr

Apenas 83 candidatos de um total de 25,9 mil que disputam as eleições gerais deste ano se declararam indígenas.

 

 

 

Azul monitora agronegócio e infraestrutura para crescer

São Paulo - Com uma malha de 103 cidades atendidas, das 106 que, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atualmente recebem voos regulares, a Azul se volta para o agronegócio e as obras de infraestrutura para tentar fazer sua conectividade crescer. “Hoje são os dois grandes vetores de crescimento”, disse o diretor de Planejamento, Marcelo Bento Ribeiro.

Depois de superar a marca de 100 destinos, a Azul passou a patinar na suas tentativas de expansão e se vê desativando serviços. Esta semana, a companhia anunciou que em novembro deixará de operar voos para Araraquara. A justificativa é a de que havia baixa demanda na rota, que ligava a cidade ao aeroporto de Viracopos, principal centro de conexões (hub) da empresa. “Não temos medo de tentar (operar novas rotas). Às vezes encontramos o ponto de equilíbrio, outras vezes não.”

Normalmente a companhia avalia o desempenho de uma rota por entre seis meses a um ano. “Se nesse período de maturação não vislumbrarmos que podemos chegar ao ponto de equilíbrio, encerramos (a rota)”, disse Ribeiro, que lembrou que anteriormente outras cidades já deixaram de ser atendidas, entre as quais Varginha (MG) e localidades na Amazônia. Mas ele considera que ainda não se esgotaram as possibilidades de novos destinos e lembrou que a companhia vai iniciar operações para as cidades baianas de Teixeira de Freitas e Feira de Santana e pretende também começar a voar para Divinópolis (MG) até o fim do ano.

Ribeiro indicou que se o programa de subsídio para aviação regional já estivesse em vigor, provavelmente a rota Araraquara-Campinas seria viável. O programa, que tramita no Congresso, prevê isenção de taxas em aeroportos regionais - que serão arcadas pelo Fundo Nacional de Aviação Civil - e o pagamento de parte dos custos de voos com origem ou destino em cidades do interior, em valores que devem variar conforme as características da rota. “Essa subvenção inicial é importante, para alavancar o mercado”, afirmou (AE).

Estudo do Inesc alerta para sub-representação de minorias na eleição

Apenas 83 candidatos (0,32%) de um total de 25,9 mil que disputam as eleições gerais deste ano se declararam indígenas. Nenhum deles concorre à Presidência da República ou aos governos estaduais

Os candidatos que representam os índios estão na corrida por cargos de deputado estadual (51), federal (24) e senador (3). A informação aparece como um dos destaques do levantamento Sub-representação de Negros, Indígenas e Mulheres: Desafio à Democracia, lançado hoje (19), pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em Brasília.

Esta é a primeira eleição em que os candidatos a cargos federais e estaduais tiveram que declarar raça e cor, conforme definição do IBGE. Com os dados concentrados no Tribunal Superior Eleitoral, pesquisadores conseguiram confirmar alertas e críticas que já vinham sendo endossadas por organizações sociais e entidades representativas. “Com os dados oficiais, a gente tem uma forma concreta de pressionar uma mudança no sistema partidário, como foi com a questão do gênero que já tem a legislação [que reserva] 30% [das candidaturas para mulheres]. A gente sabia que tinha desigualdade, mas não tinha um dado oficial”, explicou Carmela Zigoni, assessora política do instituto.

Ela admitiu ainda que a situação indígena nas eleições é uma das mais complicadas, tanto pela resistência de outros setores às políticas destinadas a esses povos quanto pela aceitação das legendas. A maioria dos estados não apresenta candidatos indígenas. “Amazonas e Mato Grosso do Sul, que concentram as maiores populações indígenas do país, registraram nove e sete candidaturas respectivamente”, destaca o documento. Depois de convencer os partidos, tanto índigenas quanto negros e mulheres ainda precisam vencer outro desafio, segundo a pesquisadora, ao destacar a dificuldade de a sociedade conhecer esses candidatos e suas propostas.

No estudo, os pesquisadores do Inesc ainda alertaram que, mesmo que eleitos, candidatos indígenas terão mais uma barreira para vencer dentro do Congresso Nacional: a disputa de forças com representantes de setores do agronegócio e da mineração. “É o terceiro desafio. Se eleitos, terão que conseguir legislar dentro de uma Casa onde ainda os homens brancos são a maioria”, acrescentou Carmela. As candidaturas de negros, que inclui pretos e pardos, estão concentradas principalmente nos partidos ligados às questões socialistas e operárias, como o PCB, PCdoB, PCO, PSTU e PSOL. Nas maiores legendas, a presença de negros representa, por exemplo, 41,9% das candidaturas do PT, 37,7% do PSB, 32,8% do PSDB e 26,5% do PMDB.

Na avaliação da assessora política do Inesc, já existe um equilíbrio maior entre homens brancos e negros. “Mas se você passear nos corredores do Parlamento vai se perguntar onde estão esses homens negros. Vamos ter uma análise depois das eleições”, anunciou. Dos quase 26 mil candidatos, 38,6% são homens brancos e 30% são homens negros (ABr).

Alimentos com pelo de roedor e fragmentos de vidro

Cobrança de taxa para inspeção veicular

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar, por 90 dias, do lote L6 do extrato de tomate da marca Knorr–Elefante, fabricado pela empresa Cargill Agrícola S.A., com sede em Goiânia. O lote tem validade até 21 de maio de 2015 e obteve resultados insatisfatórios de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica. Nas análises, técnicos da Anvisa descobriram fragmentos de pelo de roedor acima do limite de tolerância estabelecida, de 1 fragmento em 100g.

Também por 90 dias, foi interditado o lote L04501, do alimento Suspiro Duplo, marca Doces Arapongas Prodasa, fabricado por Produtos Alimentícios Arapongas S.A – Prodasa, em Arapongas (PR). Com validade até 28 de novembro de 2014, os resultados foram igualmente insatisfatórios nas análises de rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica. Nele, confirmaram a presença de fragmentos de vidro no produto.

Nos dois casos, a Anvisa considerou os laudos de análise fiscal emitidos pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias e as notificações feitas pela Vigilância Sanitária de Minas Gerais. As determinações foram publicadas na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União (ABr).

A Câmara dos Deputados analisa o projeto do deputado Augusto Coutinho (SDD-PE), que proíbe cobrança de taxa para inspeção veicular. O deputado argumenta que o Código de Trânsito não trata do assunto, deixando estados e municípios livres para optarem pela cobrança ou não do tributo.

Em São Paulo, por exemplo, os proprietários já tiveram de pagar R$ 47,44 como taxa para inspeção. O pagamento foi posteriormente revogado e os motoristas tiveram direito ao reembolso do valor. Os veículos reprovados na inspeção e aqueles emplacados fora da cidade de São Paulo, no entanto, continuam sujeitos à taxa.

“Há relatos que em alguns municípios o cidadão pode pagar até duas taxas no exíguo prazo de 30 dias”, afirma Coutinho. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça (Ag.Câmara).

 

 

Divulgação

O grande desafio do Brasil para vencer a violência é garantir a liberdade das pessoas.

Brasil é o país com mais mortes de transexuais do mundo

Segundo relatório da ONG internacional Transgender Europe, o Brasil, entre janeiro de 2008 e abril de 2013, teve 486 mortes de transexuais. O País é o primeiro do mundo em casos registrados. Para o assistente social Marcos Valdir, o preconceito está enraizado culturalmente no brasileiro. “Infelizmente a cultura brasileira coloca que o corpo é considerado algo que não pode ser alterado, existindo apenas o gênero masculino e feminino sem a possiblidade de mudança. O grande desafio do Brasil para vencer a violência é que a gente garanta a liberdade das pessoas”, diz.

Dados de 2012 do Disque 100 e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência mostram que houve aumento de 166,09% de denúncias e 46,6% de violações contra o público LGBT. Apesar dos direitos estabelecidos pela Constituição de 1988, dentre os quais o da não discriminação e, do Brasil ser signatário de marcos internacional pelos Direitos Humanos é notório a negligencia do Estado Brasileiro, sobretudo por não se ter aparatos legais que criminalize a homofobia, lesbofobia e transfobia.

Para a presidente do CRESS- SP (Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo), Mauricleia Soares dos Santos, é necessário que o Estado cumpra as legislações de proteção para essa parcela da população. “Normalmente as mortes são causadas pelo ódio e preconceito das pessoas que não aceitam e reconhecem a liberdade do gênero. É necessário que o Estado intervenha em defesa da liberdade, autonomia, diversidade da pessoa humana e de luta contra a discriminação por orientação sexual, gênero, identidade de gênero e etnia”, ressalta.

Para Marcos Valdir, é dever do Estado proteger e fazer com que as leis sejam cumpridas. “Um Estado que se diz democrático de direito não pode aceitar, reproduzir e promover práticas sociais e institucionais que marginalizem, estigmatizem e levem ao ostracismo pessoas por motivo de orientação sexual e/ou identidade de gênero diferentes do padrão dominante”, enfatiza.

Divulgação

Geraldo Alckmin

Alckmin: SP deu incentivo para economia de água

São Paulo - Em encontro com empresários da Câmara Portuguesa, na sexta-feira (19), o governador de São Paulo e candidato à reeleição pelo PSDB, Geraldo Alckmin, foi bastante questionado sobre a crise de água no Estado. Ele tranquilizou os empresários presentes e afirmou que São Paulo está “preparado”.

“Temos uma seca que é a maior dos últimos 84 anos”, ressaltou. Alckmin destacou as medidas tomadas pelo governo estadual diante da crise, como o incentivo ao uso racional da água. “Evitando desperdícios nós passamos pelo tempo seco. Fomos o único Estado do Brasil que deu incentivo financeiro (para economizar água). Quase 80% da população reduziu o consumo”, destacou.

O tucano afirmou ainda que o governo evitou um racionamento de água por uma questão técnica, e não eleitoral. “Racionamento é um problemão, porque você fecha o sistema, e quando abre estoura. Para os mais pobres, a água demora três, quatro dias para chegar de volta lá”, disse (AE).

Reprodução

Medicamento para sintoma do autismo

O SUS passará a oferecer o primeiro medicamento para tratar os sintomas do autismo. O medicamento, conhecido como Risperidona, será incorporado pelo Ministério da Saúde na rede pública e irá auxiliar na diminuição das crises de irritação, agressividade e agitação, sintomas comuns em pacientes com a doença. A estimativa é de que o tratamento esteja disponível para a população a partir do início de 2015 e que beneficie cerca de 19 mil pacientes por ano.

O autismo aparece nos primeiros anos de vida. Apesar de não ter cura, técnicas, terapias e medicamentos, como o Risperidona, podem proporcionar qualidade de vida para os pacientes e suas famílias. O autista olha pouco para as pessoas, não reconhece nome e tem dificuldade de comunicação e interação com a sociedade. Muitos pacientes apresentam comportamento agressivo, agitado e isso exige cuidado e dedicação permanente.

Para o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, a incorporação do medicamento faz parte de um esforço em avaliar permanentemente a ampliação da oferta de medicamentos no SUS. De acordo com a estimativa da OMS, 70 milhões de pessoas no mundo têm a doença. No Brasil, a estimativa é de que este número alcance dois milhões de pessoas (Ag.Saúde).

 

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