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Geral


 

O importantes para os usuários é melhorar a qualidade de vida da comunidade, diz ONG.

Saúde lança sistema para monitorar transfusões de sangue

O Ministério da Saúde lançou um sistema capaz de monitorar os procedimentos de transfusão de sangue feitos na rede pública. O Sistema Hemovida Web - Módulo Transfusional, produzido pelo Datasus, deve facilitar a rastreabilidade de componentes do sangue, como plasma, plaquetas e hemácias, recebidos e distribuídos pelas agências transfusionais que ficam, geralmente, dentro dos hospitais.

De acordo com a pasta, cabe a essas agências a responsabilidade por armazenar o sangue e seus derivados, fazer exames pré-transfusionais, liberar e transportar os produtos para as transfusões. O sistema está disponível mediante adesão dos gestores locais. A expectativa do ministério é que a ferramenta atenda cerca de 1.700 serviços da rede de hemoterapia brasileira, o que representa 70% do total. O Brasil conta hoje com 2.700 serviços de coleta e distribuição de componentes do sangue.

Dados do governo indicam que, atualmente, 1,6% da população brasileira tem o hábito de doar sangue. O índice está dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde, que é 1% a 3%. O ministério informou que, desde 2004, foram investidos R$ 43 milhões em pesquisa, desenvolvimento e compra de equipamentos para qualificação da atenção hemoterápica. A estimativa é que, até 2016, mais R$ 21 milhões sejam repassados para pesquisas na área.

Relatório mostra dez iniciativas para lidar com a questão das drogas

Relatório divulgado ontem (31) lista iniciativas para as políticas de drogas no Brasil. O documento foi preparado pelo Instituto Igarapé, ONG voltada para as agendas de segurança e desenvolvimento, proposto para esse segmento nas eleições de 2014

Segundo a pesquisadora Ana Paula Pellegrino, o relatório mostra que, apesar da política nacional ainda ser prioritariamente voltada ao combate às drogas, há iniciativas que buscam outra resposta para lidar com os usuários que abrangem ações nas áreas de saúde, prevenção e redução de danos. Há experiências que buscam ampliar o debate sobre uma mudança nas políticas sobre drogas no Brasil.

Entre as dez iniciativas citadas no relatório, três são de políticas governamentais, duas são de instituições acadêmicas e cinco são de ONGs.
“Há uma série de provas de que o combate [às drogas] não funciona. Então se desenvolveram várias práticas que têm uma vontade de escutar essas pessoas que eles estão atendendo [os usuários de drogas], para realmente trabalhar junto dessa pessoa e, se ela tiver um uso problemático de drogas, ajudá-la a se recuperar e a ganhar de volta sua cidadania”, disse Ana Paula. Uma das iniciativas listadas é o Programa de Braços Abertos, da prefeitura de São Paulo, que oferece moradia, tratamento, assistência social e qualificação de usuários de crack da maior cidade do país.

“Os usuários relatam que se sentirem cidadãos não tem preço. E esse resgate da cidadania, de dar ao indivíduo o poder de comprar um material de limpeza, uma roupa, dá dignidade. Você faz com que ele perceba que há outras possibilidades e que não é só o uso de substâncias que faz sentido”, disse a assessora de Políticas de Drogas da Secretaria Municipal de Direitos Humanos de São Paulo, Maria Angélica Comis.

A ONG paulista É de Lei teve listados no relatório dois projetos. Um deles, chamado Respire, busca informar usuários de drogas em festas de músicas eletrônicas sobre as substâncias que estão sendo consumidas e sobre misturas que devem ser evitadas. O outro é um centro de convivência para usuários de crack. “A redução dos danos não foca na redução do uso necessariamente, mas na melhora da qualidade de vida. Ao melhorar a qualidade de vida dos usuários de crack, a gente consequentemente melhora a qualidade de vida da comunidade onde ele circula, da família a que ele pertence. E podemos torná-lo de novo uma pessoa produtiva na sociedade”, disse o coordenador da ONG, Bruno Gomes (ABr).

Iraque anuncia retomada da cidade de Tikrit

Síria: secretário-geral da ONU alerta para “crise humanitária”

O primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, anunciou que a cidade de Tikrit foi retomada dos jihadistas, após a maior operação desencadeada pelas forças iraquianas contra o movimento extremista Estado Islâmico (EI). No entanto, a coligação internacional que combate o EI no Iraque informou pouco depois que os jihadistas ainda controlam diversos setores de Tikrit. “Partes da cidade permanecem sob controle [do EI] e ainda há trabalho a fazer”, informou o major Kim Michelsen, representante da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos.

Antes, em mensagem na sua conta do Twitter, Abadi anunciava a “libertação de Tikrit” e felicitava “as forças de segurança iraquianas e os voluntários por este importante sucesso”. A retomada ocorreu um mês após o início da operação que mobilizou milhares de soldados e paramilitares aliados às forças governamentais, incluindo os voluntários das “unidades de mobilização popular”, grupo integrado essencialmente por xiitas.

“As forças iraquianas alcançaram o centro de Tikrit, hastearam a bandeira e estão agora iniciando a operação de limpeza”, acrescentou o porta-voz do chefe do governo, Rafid Jaburi. Nos próximos dias, caso seja confirmada a “reconquista” da cidade, as forças iraquianas devem começar a difícil tarefa de desativar os explosivos que os combatentes do EI deixaram no terreno (Ag. Lusa).

Grande parte da população síria vive em situação de pobreza e miséria, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, acrescentando que esta é a mais grave crise humanitária da atualidade. “Quatro em cada cinco sírios vivem em situação de pobreza, miséria e privações. O país perdeu quase quatro décadas de desenvolvimento humano”, disse Ban Ki-moon na abertura da 3ª Conferência Anual de Doadores para a Síria, que ocorre no Kuwait. “Quase metade dos homens, mulheres e crianças nesse país foi obrigada a fugir de suas casas”, lamentou.

O conflito na Síria já custou mais de 215 mil vidas desde março de 2011 e provocou mais de 10 milhões de refugiados e deslocados, quase a metade dos 23 milhões de habitantes do país. De acordo com a ONU, esses números são recorde, sendo os maiores dos últimos 20 anos. É por isso que as Nações Unidas apelam para um esforço sem precedentes na conferência, presidida por Ban Ki-moon e da qual participam representantes de 67 países. O secretário-geral da ONU quer obter doações no valor recorde de US$ 8,4 bilhões em um ano.

Na abertura do encontro, o emir do Kuwait, Sabah Al Ahmad Al Sabah, prometeu doar US$ 500 milhões para a Síria. “Estamos aqui para responder ao maior desastre humanitário da história moderna”, disse o emir. O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, disse à agência espanhola de notícias EFE que Ban Ki-moon espera que a contribuição generosa do emir do Kuwait seja um “caminho aberto” para as respostas de outros países presentes à conferência (Ag. Lusa).

 

 

Arquivo/ABr

ANA defende regras para os níveis intermediários dos reservatórios como forma de evitar o colapso no abastecimento.

Regras de regulação da água são muito fracas no Brasil

O presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, classificou as atuais regras de regulação da água como “muito fracas”, principalmente por gerar conflitos entre os governos estaduais e federal. Ele participou de um debate sobre a crise hídrica, feito no Sindicato dos Metalúrgicos, na capital paulista. Andreu disse que a regulação no Brasil, estabelecida em legislação federal, traz regras apenas para os níveis máximos e mínimos de água nos reservatórios. Ele defende, porém, que haja regras para níveis intermediários, que poderiam evitar o colapso ocorrido no Sistema Cantareira.

Para ele, no ano passado, quando o Cantareira atingiu o nível médio, houve conflito entre os governos. “Ficou estabelecido o conflito entre nós [da ANA], que dizíamos para a Sabesp guardar água, e o governo do estado, que dizia que tem que atender à demanda. Isso em período eleitoral, o que acontece é o caos”, declarou. Citou como exemplo a situação da Austrália, onde a água também é escassa. Naquele país, a crise é anunciada quando os reservatórios chegam a 30% da capacidade. “Eles não deixam [o nível dos reservatórios] chegar no rodapé, como estamos hoje”, defendeu.

Outro ponto defendido pelo presidente da ANA é repensar a prioridade ao consumo humano, estabelecida pela lei em situações de crise. Andreu acredita que o corte de água para a agricultura e a indústria, que captam diretamente dos rios, traz impacto econômico negativo à população. “Não há vilões na utilização da água, não podemos chegar no discurso de que o vilão é a indústria ou a agricultura”, disse ele. “Cortar a indústria e a irrigação aparenta solucionar o problema da água, mas tem os impactos que isso vai causar na população. A lei diz para priorizar o consumo humano, mas não lavando o carro, enchendo piscina”, acrescentou (ABr).

O.Laban-Mattei/ACNUR

Enviada especial do ACNUR, Angelina Jolie
conversa com refugiados sírios.

ONU faz alerta para crise humanitária na Síria

Um representante da ONU alertou para o risco de uma “catástrofe humanitária” na Síria, na véspera de uma conferência de doadores para a qual ONGs já reuniram donativos de 442 milhões de euros. As Nações Unidas, cujo secretário-geral, Ban Ki-moon, vai presidir a conferência anual no Kuwait, pretendem alcançar um total de doações de US$ 8,4 bilhões para ajudar a população da Síria, há quatro anos em guerra.

“Fracassar na obtenção desses fundos conduziria a uma catástrofe humanitária perigosa”, advertiu Abdullah Al Maatug, enviado especial da ONU para os Assuntos Humanitários, diante de representantes de ONGs de vários países que estão no Kuwait para a conferência. A diretora de Operações Humanitárias na ONU, Valerie Amos, disse que a situação continuou a se degradar na Síria, onde mais de 215 mil pessoas morreram desde março de 2011, sendo 2014 o ano em que foi registrado maior número de mortes (76 mil).

Quase um em cada dois sírios foi forçado a abandonar sua casa, o que constitui recorde mundial nos últimos 20 anos, segundo a ONU. A terceira conferência de doadores para a Síria começa hoje (31), com uma intervenção do emir do Kuwait, o xeque Mohamed Abdallah Al Sabah. Em 2014, o encontro reuniu US$ 2,4 bilhões e, em 2013, US$ 1,5 bilhão (Ag. Lusa).

 

 

Medicamento para hepatite C tem registro liberado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro do sofosbuvir, indicado para o tratamento da hepatite C crônica. Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência em 2015, após o registro do daclatasvir – em janeiro –, e do simeprevir – em março. Juntos, eles compõem um novo e eficiente tratamento para a doença disponível no mundo, com um percentual de cura de cerca de 90%. A expectativa é que os medicamentos sejam disponibilizados no SUS até o final deste ano. O Brasil será um dos primeiros países a adotar as novas tecnologias na rede pública de saúde.

Os medicamentos receberam prioridade de análise na agência por serem de interesse estratégico para as políticas de tratamento da hepatite do Ministério da Saúde. A avaliação para a concessão do registro teve duração entre cinco e oito meses. As novas opções terapêuticas proporcionam tempo reduzido de tratamento – de um ano, em média, para três meses –, redução da quantidade de comprimidos, além da vantagem de serem de uso oral. A expectativa é que o novo tratamento beneficie 60 mil pessoas nos próximos dois anos.

hepatite C é causada pelo vírus C (HCV). A transmissão ocorre, dentre outras formas, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento de material para preparo e uso de drogas, objetos de higiene pessoal - como lâminas de barbear e depilar -, alicates de unha, além de outros objetos contaminados com o vírus utilizados na confecção de tatuagem e colocação de piercings. Há também transmissão vertical (de mãe para filho) e sexual. No Brasil, calcula-se que 1,4 a 1,7 milhão de pessoas estejam infectadas pelo vírus, sendo a maior parte na faixa etária dos 45 anos ou mais (Ag.Saúde).

 

 

Austrália obriga duas pessoas em cabines de aviões

O governo australiano anunciou o reforço da segurança nos voos comerciais domésticos e internacionais, com a presença permanente e obrigatória de duas pessoas autorizadas na cabine dos aviões. “As companhias aéreas australianas vão atualizar imediatamente as normas de procedimentos para requerer a presença de dois membros da tripulação ou de pessoas autorizadas na cabine permanentemente”, informa comunicado do vice-primeiro-ministro e titular da pasta da Infraestrutura, Warren Truss.

A Agência Europeia de Segurança Aérea (Easa) também já recomendou a presença permanente de pelo menos dois membros da tripulação na cabine, após o acidente com o Airbus A320 da Germanwings. A legislação europeia atual não obriga a presença de duas pessoas no cockpit.

A análise da gravação dos sons da cabine do avião da Germanwings, que caiu terça-feira (24) nos Alpes franceses, concluiu que o piloto se ausentou, provavelmente para ir ao banheiro, e foi impedido de voltar a entrar pelo copiloto, que bloqueou a porta. Nesse período, o copiloto acionou deliberadamente o processo de descida do avião, ignorando as pancadas na porta, as tentativas de comunicação da torre de controle e os alarmes do próprio aparelho. O avião acabou por bater em uma montanha, matando todas os 144 passageiros e seis tripulantes (Ag. Lusa).

 

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