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Geral


 

Divulgação

Em 2013, as livrarias comercializaram
141,47 milhões de obras literárias.


Divulgação

No ano de 2013, o Porta a Porta e Catálogo comercializou 24,44 milhões de exemplares.

Skaf faz promessa inusitada no Facebook

São Paulo - O candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, encontrou uma maneira inusitada de conseguir popularidade no Facebook. Skaf desafiou seus seguidores a lhe darem 2 mil curtidas em um post e prometeu que em troca iria “postar uma foto de macacão e chuquinha”. No final, a promessa feita no último sábado não passava de uma pegadinha. Skaf postou uma foto de quando era criança, com a legenda “Obrigado a quem participou da brincadeira”.

O post-promessa do peemedebista teve cerca de 2.800 curtidas, um recorde entre os últimos de Skaf, que tem dificuldades de chegar a mil. Apesar da estratégia, no Facebook Skaf ainda aparece bem atrás de seu principal adversário, o governador Geraldo Alckmin. O tucano alcança com frequência as 5 mil curtidas e tem o triplo de seguidores do desafiante (AE).

Livrarias lideram os canais de vendas do mercado editorial

As Livrarias são o principal canal de comercialização do setor editorial no Brasil. Em 2013, a sua participação no número de exemplares vendidos foi de 50,59%

Em 2012 foi de 47,42%. Este aumento também verificou-se no número de exemplares vendidos nas livrarias. Em 2013, elas comercializaram 141,47 milhões de obras literárias ante 127,35 milhões em 2012.

As informações constam da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP, sob encomenda da Câmara Brasileira do Livro e do Sindicato dos Editores de Livros. A pesquisa apura dados dos segmentos básicos do setor do livro: o mercado (editoras, livrarias e outros pontos de venda) e o governo (que compra das editoras por meio de programas, como o Plano Nacional do Livro Didático - PNLD).

Já o segundo maior canal de vendas de livros são os distribuidores, ocupando 20,50% do mercado, com 57,33 milhões de exemplares. Esta participação caiu em relação a 2012, quando os distribuidores representavam 26,25% dos canais de vendas, com 70,49 milhões de exemplares vendidos. O setor Porta a Porta e Catálogo manteve-se na terceira posição do canal de vendas em 2013, em comparação a 2012, com elevação de sua participação. Em 2013, o percentual foi de 8,74% ante 8,03, em 2012. Em números de exemplares, o desempenho foi o seguinte: no ano de 2013, o Porta a Porta e Catálogo comercializou 24,44 milhões de exemplares e, em 2012, 21,55 milhões.

Na sequência, vem o segmento Igrejas e Templos, que também aumentou sua participação como canal de vendas. Em 2012, era responsável por 3,07%, com 8,25 milhões de exemplares vendidos. Já no ano passado, este canal representou 3,25%, com 9,09 milhões de exemplares vendidos. Os supermercados também apresentaram elevação. Em 2013, a participação deste canal foi de 3,06% e, em 2012, de 2,80%. As Bancas de Jornal apresentaram queda em sua participação como canal de venda: em 2012, era de 2,13%, ante 2,06%, em 2013. Abaixo desses canais estão Escolas e Colégios, que apresentaram elevação com relação ao ano anterior. Em 2013, a participação foi de 1,89%, ao passo que em 2012, de 1,25%.

Outros canais de comercialização também aparecem na pesquisa, abaixo dos acima citados. São eles: Exportações, Internet (venda realizada pelo site da editora), Marketing Direto (mala direta, clube do livro, correios), Empresas, Bibliotecas Privadas, Venda conjunta com Jornais, Vendas Promocionais e outros.

País registra queda significativa
em mortes por HIV

Praia foi o principal atrativo do turista da Copa

Estudo inédito divulgado ontem (21) pelo periódico inglês The Lancet indica que as mortes por HIV no Brasil caíram de 17 mil em 1996 para 10 mil em 2013. De acordo com a revista, uma das mais respeitadas publicações científicas na área médica, a ampliação do acesso ao tratamento para HIV/aids tem desempenhado papel importante para salvar vidas.
O estudo destaca que o ritmo de queda nas mortes e infecções vem se ampliando desde o ano 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos na tentativa de frear o avanço dessas doenças até 2015.

Os números mostram que as mortes provocadas por HIV/aids no Brasil diminuíram a um ritmo de 1,5% entre 2000 e 2013, enquanto as mortes por tuberculose foram reduzidas a uma taxa de 3,7%.
“As mortes por HIV/aids no Brasil caíram de forma mais rápida que a média global, de 2,3% entre 2000 e 2013”, ressaltou o relatório. “As mortes por tuberculose não relacionadas à infecção por HIV caíram de forma mais rápida do que a média global de 4,5% entre 2000 e 2013”, completou. A pesquisa cita o Brasil como um país de vanguarda na luta global para garantir acesso a medicamentos antirretrovirais, mas destaca que é preciso fazer mais para salvar as 10 mil vidas perdidas para o HIV todos os anos, desde os anos 90.

A estimativa é que, em 2013, foram registrados 92 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes, enquanto os casos de HIV/aids anotados no mesmo período foram de 12 novas infecções para cada 100 mil habitantes – a maioria homens. Ainda em 2013, foram contabilizadas 7.912 mortes por HIV/aids em homens ante 2.305 em mulheres. As mortes por tuberculose e os novos casos da doença se concentram em pessoas do sexo masculino, com 4.184 mortes em homens e 1.604 em mulheres (ABr).

No país do futebol, a praia foi o principal atrativo do estrangeiro que desembarcou no Brasil durante a Copa. É o que revela uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A maioria dos turistas (78,9%) aproveitou para curtir o sol e os belos cenários de praia do país. Além do litoral, a gastronomia (74,7%) e as compras (68,1%) aparecem entre as atividades mais praticadas pelos visitantes de fora. A diversão noturna (65%), as visitas culturais (53,7%), os passeios turísticos (37,9%) e o encontro com parentes e amigos (35,9%) também foram mencionados pelos turistas.

Entre os destinos de praia visitados pelos estrangeiros estão as capitais Rio de Janeiro, Natal, Fortaleza, Salvador e Recife, além de Jericoacoara, Ipojuca, Búzios, Angra dos Reis e Parati. Os visitantes internacionais, que permaneceram em média 13 dias no país, estiveram em pelo menos 378 municípios brasileiros, além das capitais dos jogos. A pesquisa se baseou, até o momento, nos relatos de 6.627 estrangeiros. Apesar de a Copa ter sido realizada com o público que teve o Mundial como principal motivação, a opção de assistir a jogos ou participar de eventos esportivos motivou pouco mais de 33% dos entrevistados, ficando na nona posição entre as atividades praticadas na visita ao Brasil.

O estudo ainda revela que o país recebeu turistas de, pelo menos, 203 nacionalidades, e que a maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade e gastronomia, com 98% e 93% de aprovação respectivamente.

O turismo de sol e praia é o que atrai mais visitantes estrangeiros ao país. Em 2006, o turismo de praia foi a opção de 54,7% dos visitantes em férias no país. Em 2012, o percentual subiu para 64,2%, de acordo com a Demanda Turística Internacional, na qual são ouvidos 31 mil visitantes internacionais (MTur).

 

 

Divulgação

 

O Sudeste apresenta o maior potencial de consumo de calçados: R$ 21,5 bilhões.



Gastos com calçados vão movimentar R$ 43 bilhões no ano

Os brasileiros devem gastar R$ 43,4 bilhões com calçados em 2014, um crescimento de 7,6% em relação ao ano anterior, de acordo com estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. Esse consumo representa um gasto por habitante de R$ 255,04.

Logo após o encerramento da Francal – Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios, principal evento do setor no país, o Pyxis Consumo revela que a classe C possui maior potencial de consumo (R$ 18,5 bilhões), 43% do total do país. Segunda colocada, a classe B tem um potencial projetado em R$ 17,3 bilhões ou 40% dos gastos nacionais, e a classe A, R$ 3,9 bilhões (9% do consumo total do Brasil).

Por região, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo de calçados: R$ 21,5 bilhões, o que equivale à metade dos gastos projetados para o país. O Nordeste é o segundo maior consumidor, com potencial estimado em R$ 8,1 bilhões (19%) e, em seguida, aparece a região Sul, com potencial de R$ 7,4 bilhões (17%).

Quando os dados de classe e região são cruzados, o Sudeste apresenta o maior potencial de consumo, representado pelas classe B (R$ 9,3 bilhões) e C (R$ 8,9 bilhões). O menor consumo de calçados no país, de acordo com o Pyxis Consumo, será das classes D e E, da região Centro-Oeste, projetado em R$ 256,17 milhões.

O potencial refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física junto a varejistas do ramo e inclui calçados masculinos (social, chinelo e sandália), calçados femininos (social, bota, sandália, tamanco, chinelo e sapatilha), calçados esportivos (tênis e sapatênis adulto) e calçados infantis (tênis, sandália, sapato, bota, chinelo e sandália). Fonte e mais informações em (www.pyxisconsumo.com.br).

Pedro França/Ag.Senado

Senador Cyro Miranda (PSDB-GO).

Dilma ‘faz malabarismos’ para passar uma boa imagem

O senador Cyro Miranda (PSDB-GO) disse que a presidente da República, Dilma Rousseff, tem feito malabarismos para passar uma boa imagem de seu governo, tendo em vista as eleições de outubro e sua candidatura à reeleição. Ele lembrou declaração da presidente de que o seu governo tinha “padrão Felipão”, em uma associação do seu trabalho com o do então técnico da seleção brasileira de futebol.

Mas como a seleção brasileira de futebol não se saiu bem, ela agora tenta vincular sua imagem à nota dada pela Fifa à Copa, disse o senador. A oposição reconhece que a Copa foi boa, “apesar das 23 obras inacabadas” relacionadas ao evento. Mas as críticas feitas antes da competição, observou, procederam e serviram para forçar o governo a cumprir o mínimo para o país não passar vexame.

Cyro Miranda ainda fez questionamentos que, em sua opinião, precisam ser esclarecidos pelo governo, como o uso dos estádios em cidades que sediaram os jogos e que não têm tradição no futebol. “Quanto se gastou com a Copa e qual o valor do superfaturamento resultante do regime diferenciado de contratação? Qual o verdadeiro percentual de dinheiro público que foi colocado na Copa? Por que o Brasil deu isenção tributária à Fifa, que, de acordo com o TCU, deve chegar a um bilhão de reais? Qual é o legado de fato deixado por um evento que consumiu bilhões de dólares em estádios superfaturados, como o de Brasília?”, perguntou o senador (Ag.Senado).

 

 

 

Recall para Agile e Montana

A General Motors do Brasil Ltda. convoca os proprietários dos veículos Chevrolet Agile, modelos 2014, fabricados de 14/11/2013 até 17/12/2013, com números de chassis de ER147038 a ER163227 e Chevrolet Montana, modelos 2014 e 2015, fabricados de 1º/11/2013 até 27/6/2014, com números de chassis de EB204869 a FB119056 a entrarem em contato com a rede de concessionárias ou oficinas autorizada da marca para substituição do airbag frontal do lado do motorista.

A empresa informa ter detectado a possível montagem de um componente incorreto no airbag frontal do lado do motorista, o que compromete a vazão do gás para o interior da bolsa, além de causar o confinamento indevido do gás no interior do gerador de gás do mesmo. Nestas condições há risco do airbag não deflagrar, podendo causar lesões graves em especial na cabeça e na parte superior do corpo do motorista. Para agendamento e mais informações, tel. 0800-702-4200 e (www.chevrolet.com.br).

 

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