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Eleição


 

Tendência é déficit piorar na balança comercial

São Paulo - O agravamento das transações correntes em setembro, para déficit de US$ 7,907 bilhões, foi puxado em grande parte pelo saldo negativo da balança comercial, de US$ 939 milhões, depois de um superávit de quase US$ 2,000 bilhões em setembro de 2013. A avaliação é da economista Carolina Yumi Sato, da MCM Consultores. Segundo ela, os déficits nas rubricas de serviços, de US$ 4,708 bilhões, renda, de US$ 2,392 bilhões, e viagens, de US$ 1,894 bilhão, também reforçaram o quadro de piora das transações correntes. “O aumento da renda segue ajudando a conta viagem e a elevar o déficit”, disse

A economista não vislumbra melhora nas contas externas nos próximos meses. Segundo ela, o rombo nos cofres do governo deve ficar negativo em torno de US$ 88 bilhões este ano, na comparação com déficit de US$ 81,100 bilhões de 2013. “O acumulado em 12 meses até setembro está negativo em US$ 83,557 bilhões (equivalente a 3,70% do PIB). Piorou. Estava em US$ 78,400 bilhões em 12 meses até agosto”, afirmou.

Além das perspectivas desfavoráveis nos próximos meses, Carolina também não vislumbra melhora significativa nas transações correntes em 2015. A expectativa de agravamento das contas externas, disse, vai depender de quem for o presidente eleito neste domingo. No entanto, ressaltou, não será um ano fácil. “Deve continuar com déficit entre US$ 75 bilhões e US$ 80 bilhões”, estimou. De acordo com a economista, a previsão de crescimento fraco do PIB brasileiro, além da estimativa de expansão menor da economia mundial, irão continuar impossibilitando um déficit menos intenso das contas externas em 2015. “Lá fora, a recuperação não deve ser tão forte e as exportações não devem disparar”, disse.

O resultado das transações correntes de setembro, de US$ 7,907 bilhões, veio mais intenso que o esperado pela MCM Consultores, de saldo negativo de US$ 7,700 bilhões, e também mais elevado que a mediana do AE Projeções, de -US$ 7,300 bilhões. Para o IED, a expectativa da consultoria era entrada de US$ 3,400 bilhões, exatamente como mostrava a mediana da pesquisa. O Banco Central, no entanto, informou que houve entrada de US$ 4,214 bilhões no nono mês deste ano (AE).

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