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Opinião

Mercado promissor para a energia solar em 2014

Mônica Carpenter (*)

O mercado brasileiro de energia solar jamais esteve tão aquecido. Nunca, em tão pouco tempo, presenciamos avanços tão sólidos e visíveis à população em relação à disseminação dessa tecnologia no país

Esse avanço ocorre em um momento oportuno, já que o Brasil, assim como outros países do mundo, necessita variar suas matrizes energéticas e vê na energia solar – energia limpa e renovável - uma boa oportunidade para avançar nessa questão.

Exemplos bem sucedidos neste período não faltam. No Estado de São Paulo, as novidades vêm desde o início deste ano. O governo estadual isentou do ICMS bens e equipamentos usados na geração de energia por meio de fontes renováveis, incluindo energia solar. Assim, o Governo Paulista pretende atingir 69% de participação de fontes renováveis em sua matriz energética até 2020.

No Sul, mais precisamente em Santa Catarina, a sede administrativa da central elétrica Eletrosul, empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, passou a ser a maior usina integrada a um edifício na América Latina. Ao todo, são 8,3 mil m², com capacidade de produzir 1,2 gigawatt-hora (GWh) por ano. Toda a energia produzida na usina ao longo ano será conectada às centrais de energia da região para uso local. O total produzido será oferecido não só para empresas, mas também para consumidores livres por meio de leilão. Este leilão, inclusive, já tem data para ser realizado: agosto. A iniciativa promete dar o impulso necessário para disseminar, mesmo que ainda localmente, a energia solar.

A região Nordeste, um dos lugares com maior incidência de sol no planeta, segue no mesmo compasso. O Ceará, por exemplo, possui a primeira usina do Brasil (que foi construída em 2011), em Tauá, que fica no interior do Estado, e capacidade de gerar 1 MW por ano. A usina, inclusive, tem a previsão de ampliar sua potência instalada para até 50 MW. Após ser pioneiro ao realizar o primeiro leilão de energia solar no Brasil que, na ocasião, viabilizou 122 MW em usinas fotovoltaicas, Pernambuco planeja, para o segundo semestre, o seu segundo leilão. O Estado está apenas acertando os últimos detalhes para anunciar a data.

Já em junho, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou Projeto de Lei nº 317/2013, que, entre outras resoluções, isenta a cobrança do Imposto de Importação na compra de componentes e equipamentos de geração elétrica de fonte solar. A medida, caso seja aprovada, será benvinda especialmente para a população, que terá a oportunidade, por exemplo, de instalar um sistema de captação solar em sua casa, sem pagar um alto valor por isso. Outro ponto que deve ser destacado é a perspectiva no aumento de demanda, tanto na procura, quanto na construção de placas fotovoltaicas por todo o país.

Estes são apenas alguns exemplos das diversas iniciativas que já estão em curso no país. Neste segundo semestre, de acordo com o Governo Federal, o Brasil deverá contar com o seu primeiro leilão federal exclusivo de energia solar. Além de impulsionar o mercado nacional, o leilão deverá acelerar de forma contundente o desenvolvimento de energia solar aqui no país. Mais do que isso, a iniciativa certamente colocará o Brasil como um dos mercados mais atrativos do mundo. A previsão é de que, com o leilão, sejam contratados cerca de 500 MW, com preços que variam em torno dos R$ 250/MWH.

É necessário, juntamente com as medidas para multiplicar o serviço de energia solar no país, intensificar ainda mais as discussões sobre novos caminhos deste setor no Brasil. A Intersolar South America, principal série de feiras no mundo para o setor de energia solar, que será realizada em São Paulo, em agosto, promete intensificar essa discussão no Brasil, por meio de exemplos bem sucedidos em mercados já avançados em várias partes do mundo, como por exemplo, a Europa.

(*) - É diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora da Intersolar South America.

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