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China: novo governo vai melhorar ambiente de negócios

O embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, disse na sexta-feira (30) que a expectativa para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, é a melhora no ambiente de negócios e o fortalecimento da competitividade econômica brasileira.

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Embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang. Foto: Divulgação

Jinzhang participou da Conferência Brasil-China, organizada pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), na capital paulista. “O novo governo está elaborando planos ambiciosos, com as reformas econômicas”, declarou.

No início do mês, o embaixador, que atua no Brasil há sete anos e trabalhou na construção da parceria comercial entre os dois países, teve um encontro com Bolsonaro. Jinzhang contou que ouviu do futuro presidente que a China é grande parceiro do Brasil e tem alta importância. “Entre os dois países não existe guerra histórica. Não há disputa ideológica ou geopolítica, e sim uma convivência respeitosa e harmoniosa”, disse.

O presidente da Apex Brasil, Roberto Jaguaribe, destacou que a China é a maior parceira comercial do Brasil desde 2009. “E esses números vêm crescendo ano a ano. 27% das nossas exportações totais para são para a China. Antes da abertura, era de 14%”, destacou. O presidente do Cebri, José Pio Borges, disse que as principais demandas de importação pela China são energia, alimentos e minérios, áreas em que o Brasil está capacitado.

“A China é o maior parceiro comercial e investidor no Brasil. Este ano, houve aumento em 20% nas exportações de soja para a China. A China é o maior comprador de minério de ferro da Vale”, citou (ABr).

Aumentou o Índice de Confiança Empresarial

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É a primeira vez que as expectativas ultrapassam o nível de 100 pontos desde novembro de 2013. Foto: Marcello Casal Jr/ABr

Agência Brasil

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 3,8 pontos de outubro para novembro e atingiu 95 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Com isso, o indicador atingiu o maior patamar desde abril de 2014. A confiança dos empresários no momento presente da economia, medida pelo Índice de Situação Atual, subiu 1,4 ponto e chegou a 89,9 pontos, após três quedas consecutivas.

A percepção em relação aos próximos meses, medida pelo Índice de Expectativas, avançou 3 pontos, para 102 pontos. É a primeira vez que as expectativas ultrapassam o nível de 100 pontos desde novembro de 2013 (100,3). O ICE é medido com base nos índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas sondagens empresariais produzidas pela FGV: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

De acordo com o pesquisador da FGV Aloisio Campelo Jr., depois das incertezas associadas ao período eleitoral, a confiança do empresariado aproxima-se do ponto neutro (100 pontos), que é considerada uma situação de normalidade em termos históricos.

Cresce a intenção do empresário de investir e contratar

Após recuperação tímida em setembro e outubro, o Índice de Expansão do Comércio (IEC), calculado pela FecomercioSP, apontou alta de 6,5% em novembro, passando de 94,8 pontos em outubro para os atuais 101,0. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o indicador também apontou alta (1,6%) depois de retração por duas vezes seguidas.

Os dois indicadores que compõem o IEC subiram em novembro. A propensão do empresário a investir aumentou 6,4% em relação a outubro, passando de 77,4 para 82,4 pontos no mês atual. Em comparação com novembro de 2017 , quando apresentava 78,7 pontos, obteve alta de 4,7%.

O item que mede a expectativa de novas contratações subiu 6,6% na mesma base de comparação, com 119,5 pontos em novembro, ante os 112,1 pontos em outubro. Entretanto, de acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, se confrontado com o mesmo mês do ano passado, o índice sofreu leve baixa de 0,5%, quando apresentou 120,1 pontos.

O indicador de expansão, assim como outros de confiança, começa a dar indícios mais fortes de melhoria e apresenta um momento de retomada após muitos meses de vai e volta, desde o impeachment, em 2016. Contudo, o País precisa entrar em um processo de recuperação mais profundo e evidente, que só pode ser alcançado com o fim das fortes incertezas sobre a política econômica a ser implementada a partir de 2019 (AI/FecomercioSP).

Juiz federal deverá pagar multa bilionária

Agência Brasil

A Justiça Federal condenou o juiz Sidney Merhy Monteiro, da 4ª Vara Federal de São João de Meriti, no Rio de Janeiro, a pagar uma multa de R$ 2,12 bilhões e ainda ressarcir os cofres públicos em R$ 1 bilhão por atos de improbidade administrativa. O magistrado foi acusado de causar danos de R$ 1 bilhão ao erário por meio de decisões irregulares. A punição foi pedida pelo Ministério Público Federal.

Em correição realizada no primeiro semestre, foi detectado que o juiz tinha mais de 5.300 processos conclusos sem andamento há mais de 180 dias. E, em pelo menos cinco processos, houve tramitação acelerada em desconformidade com a lei, segundo o MPF, sempre levando prejuízos à União Federal. Em alguns casos, ainda segundo o MPF, a intimação da Fazenda Nacional e as remessas dos autos à segunda instância da Justiça chegavam a se prolongar por mais de dois anos.

Em um desses casos, permitiu-se que uma empresa importasse produtos sem pagar tributos antidumping por longo período, gerando grave prejuízo ao erário. Sidney Merhy Monteiro já está afastado por força de processo disciplinar que resultou em aposentadoria compulsória. O MPF ainda apresentou apelação para garantir também que o vínculo do juiz aposentado com o judiciário federal seja declarado rompido de maneira irreversível, tendo em vista a gravidade das condutas reconhecidas em sentença, além de ser impedido de participar de qualquer contratação administrativa com a União Federal.

 
 
 
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