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Brasileiros farão 75,5 milhões de viagens domésticas no verão

Estimativa do Ministério do Turismo aponta para a realização de 75,5 milhões de viagens entre este mês e fevereiro de 2019.

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Os destinos de sol e praia lideram a preferência na maior operadora de turismo do país para o período. Foto: Reprodução/Internet.

O resultado é cerca de 2% maior em relação aos números do verão passado. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) também projeta crescimento nas vendas em percentuais entre 18% e 20% no mesmo período.

São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Minas Gerais estão entre os estados que serão mais visitados no período das festas de fim de ano (Natal e Réveillon) e das férias escolares em todo o país. Outros destinos que também receberão expressivos volumes de turistas, segundo a projeção do MTur, são Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pernambuco e Goiás.

“O turismo é um celeiro de respostas positivas pois tem uma capacidade incrível de influenciar positivamente a economia. O aumento do número de viagens gera mais oportunidades de geração de empregos temporários e movimenta o comércio e equipamentos turísticos nas nossas cidades”, avalia o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

Segundo a Abav, as vendas devem manter a mesma proporcionalidade do verão passado. Ou seja, 60% das vendas para destinos nacionais e 40% para o exterior. “Tivemos uma instabilidade cambial importante este ano, revertida agora, e a projeção é de que a demanda reprimida dos meses anteriores se concretize em vendas para a alta temporada”, comenta a presidente em exercício da entidade, Magda Nassar.

Os destinos de sol e praia lideram a preferência na maior operadora de turismo do país para o período. No Nordeste, estão na dianteira destinos como Porto Seguro, Fortaleza, Maceió, Salvador e Natal. Em outras rotas destacam-se atrativos sem e com litoral, como Foz do Iguaçu, Caldas Novas (GO) e Balneário Camboriú, os dois últimos “devido aos parques aquáticos e de diversão” (MTur).

Capital paulista tem menos 124 mil famílias endividadas

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 Foto: DComercio

Agência Brasil

Um levantamento feito pela FecomercioSP mostra que o número de famílias paulistanas endividadas caiu em novembro – foram 124 mil a menos do que no mês de outubro. De acordo com o indicador, 2,02 milhões de famílias (51,5%) têm algum tipo de dívida na cidade de São Paulo – no ano passado, o percentual no mesmo período, era 56,7%.

Outro dado abordado pela pesquisa foi o número de famílias com 'nome sujo'. Segundo o índice, a taxa de inadimplência recuoo de 1,6 ponto porcentual, marcando 18,5% em novembro – ante 20,1% em outubro. Isso significa que são quase 722 mil famílias que não conseguiram pagar suas dívidas na data do vencimento. No mesmo período do ano passado, a taxa estava mais alta (20,4%).

O cartão de crédito continua como o principal tipo de dívida. Em novembro, 70,9% das famílias fizeram compras com cartão. Na segunda posição, veio o carnê, com 13,5%, seguido por financiamentos de carro e de casa, ambos com 12,1%. De acordo com a FecomercioSP, apesar de o resultado geral ser positivo, permanece o quadro de alerta dos últimos meses, visto que a queda em alguns itens ocorre sobre níveis históricos elevados. Além disso, o desemprego se mantém alto, o que dificulta o maior controle do orçamento doméstico e a obtenção de crédito.

Vendas para o Natal podem crescer até 5%

Mesmo após o sucesso da Black Friday, a expectativa de vendas para o natal aumenta e ajuda o crescimento do comércio brasileiro.
Segundo uma pesquisa realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado, as expectativas de vendas para este ano são de 3% a 5% a mais que 2017, de acordo com 75% das CDLs (Câmaras de Dirigentes Lojistas) do estado.

“Diferente do ano passado, consumidores e lojistas estão mais animados e com mais perspectivas para 2019. Creio que isto vai ajudar nas vendas do Natal, pois também é um período de esperanças por um ano mais positivo e de renovações políticas”, afirma o presidente da Federação, Maurício Stainoff.

Ainda de acordo com dados da pesquisa, o ticket médio de compra pode ser entre R$ 100,00 e R$ 200,00, com destaque para os setores de vestuário, eletrônicos, seguido por cosméticos e brinquedos. “Os lojistas que investirem em decorações de Natal e vitrines customizadas para esta data têm mais chances de convencer o consumidor a entrar na sua loja. Isso é o que acredita cerca de 60% dos entrevistados”, afirma Stainoff (AI/.FCDLESP).

 
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