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Criptomoedas: o que são e para que servem?

Desde o início da crise econômica no Brasil, em 2014, o número de desempregados no país vem apresentando um crescimento contínuo, com uma leve melhora em 2018. Em 2017, a taxa média de desemprego bateu recorde: foi a maior dos últimos seis anos, chegando a 12,7%.

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Fonte: Pixabay.com

Há quem diga que, em um futuro não muito distante, o dinheiro em espécie deixará de ser usado. Embora o Brasil não seja como a Suécia, onde o papel-moeda já está se tornando obsoleto, novas tecnologias têm entrado no mercado brasileiro para alterar a forma como investimos e realizamos transações.

O Brasil já está entre os seis maiores mercados de criptomoedas no mundo e, atualmente, muitos estabelecimentos do país já aceitam esse novo meio de troca. Por isso, vale a pena saber mais sobre o tema.

O que são as criptomoedas, afinal?

Criado em 2008, o Bitcoin foi a primeira moeda digital do mundo e abriu caminho para o surgimento de várias outras criptomoedas. Atualmente, há mais de 1.600 tipos diferentes de moedas digitais no mercado. Se você ainda não sabe o que são essas tais criptomoedas, entenda o que é esse sistema que vem conquistando o mundo nos últimos dez anos, acompanhando o nosso artigo.


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Fonte: Pixabay.com

A criptomoeda é uma moeda virtual que usa a criptografia e a Blockchain. Traduzido literalmente, o termo Blockchain significa “corrente de blocos”, uma tecnologia que registra e espalha dados de transações de forma segura. Por copiar os registros e distribuí-los por diferentes nós da rede (os computadores conectados a ela), a tecnologia garante que esses dados dificilmente possam ser apagados.

 

Embora a sua criação esteja associada à do Bitcoin, a tecnologia Blockchain hoje já conquistou o interesse de governos, empresas e bancos, incluindo até mesmo o Banco Central do Brasil. Ela também se tornou essencial para as centenas de moedas digitais que surgiram depois do Bitcoin, que ganharam crescente credibilidade com o passar dos anos.

Para que servem as criptomoedas?

As criptomoedas podem ser usadas em uma série de transações na internet. É possível transferir moedas digitais para qualquer lugar do mundo, sem um limite máximo de valor. Elas podem ser usadas para comprar produtos e adquirir serviços em vários estabelecimentos físicos e online que já aceitam essa nova forma de pagamento.

Contudo, com o crescimento do valor das criptomoedas, principalmente em 2017, elas passaram a ser usadas mais como forma de investimento do que como de pagamento, o que, em 2018, acabou se revelando um problema para os investidores, devido à queda que as moedas digitais sofreram este ano.


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Fonte: Pixabay.com

 

Apesar do ano difícil, o número de usuários das criptomoedas dobrou em 2018 e elas continuam relevantes, inclusive no Brasil. A Receita Federal afirmou que o mercado de moedas digitais já tem mais investidores do que a Bolsa de Valores de São Paulo e que as negociações com Bitcoins movimentaram mais de R$ 8 bilhões no país em 2017. Por isso, a Receita já anunciou que pretende criar normas para fiscalizar as movimentações de criptomoedas no país.

As estatísticas atuais mostram que as criptomoedas devem permanecer fortes no Brasil e no mundo. No entanto, muitas delas podem deixar de existir nos próximos anos. Por isso, para aqueles que investem nesse mercado, é importante ficar atento e sempre bem-informado

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