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Mercado espera por redução da Selic para 5,5% ao ano

O mercado financeiro espera que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 0,5 ponto percentual, dos atuais 6% ao ano para 5,5% ao ano, na reunião do Copom do Banco Central, marcada para hoje (17) e amanhã (18), em Brasília.

Petrobras temporario

A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% neste ano. Foto: Shutterstock/Reprodução

Para o mercado financeiro, a Selic voltará a ser reduzida em 0,5 ponto percentual em outubro e permanecerá em 5% ao ano na última reunião do ano marcada para dezembro.

O mercado não espera por alteração na Selic em 2020. A expectativa, que na semana passada a Selic estaria em 5,25% ao ano no fim de 2020, agora é 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que volte a subir e encerre o período em 7% ao ano. A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,87 para R$ 3,90 e, para 2020, de R$ 3,85 para R$ 3,90.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

De acordo com as previsões do mercado financeiro, a inflação, calculada pelo IPCA deve ficar em 3,45%, em 2019. Essa foi a sexta redução consecutiva na estimativa, que na semana passada estava em 3,54%. Para 2020, a estimativa também foi reduzida, ao passar de 3,82% para 3,80%, na segunda revisão consecutiva. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
A previsão para a expansão do PIB foi mantida em 0,87% em 2019. A estimativa para 2020 caiu de 2,07% para 2%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50% (ABr).

Brasil eleva comércio com EUA, mas diminui com outros países

Turismo temporario

Em agosto, todos os setores tiveram queda no volume exportado. Foto: Tânia Rêgo/ABr

As exportações brasileiras para os Estados Unidos cresceram 9,5% em agosto, na comparação com o mesmo período de 2018. Já as importações de produtos daquele país aumentaram 27,9%. Ao mesmo tempo, o comércio com os outros parceiros importantes (China, Argentina e União Europeia) teve queda.

Os dados foram divulgados ontem (16), no Rio de Janeiro, pela FGV e mostram que as exportações brasileiras para a Argentina recuaram 38,9% no mês. As vendas para a China caíram 17,1%, enquanto o volume exportado para a União Europeia recuou 7%.

Considerando-se todos os países, a corrente de comércio do país, ou seja, a soma das exportações e importações, caiu 15% entre agosto de 2018 e agosto de 2019. Os valores exportados pelo Brasil, considerando o volume de exportação mais o preço cobrado por esses produtos e serviços, recuaram 13%. O valor dos importados caiu 17%.
Segundo nota da pela FGV, isso pode ser explicado pela “desaceleração no comércio mundial e o baixo nível da atividade brasileira”.

Em termos de volume, as exportações e importações tiveram a mesma queda (-13%), mas os preços dos bens importados recuaram mais do que os preços dos exportados. Em agosto, todos os setores tiveram queda no volume exportado, com destaque para a indústria de transformação.

Smartphones e eletrônicos lideram compra de produtos usados pela internet

Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que os produtos usados vêm ganhando espaço entre os consumidores. Praticamente três em cada dez (28%) entrevistados adquiriram algum item de segunda-mão pela internet nos últimos 12 meses da pesquisa — percentual que chega a 39% entre os mais jovens. O ranking dos objetos mais adquiridos é encabeçado por celulares ou smartphones (29%) e eletrônicos (27%). Em seguida aparecem roupas e calçados (26%), eletrodomésticos (18%), móveis (17%), além de brinquedos e artigos infantis (16%).

Cerca de 30% colocaram à venda itens pessoais em sites especializados ou redes sociais, como eletrônicos (28%), roupas e sapatos (24%), eletrodomésticos (21%), celulares ou smartphones (20%), brinquedos e artigos infantis (19%), além de móveis (15%). Por outro, lado, 58% ainda não se sentem atraídos por esse tipo de modalidade. O tempo gasto para concretizar a venda, para a maior parte dos entrevistados, é relativamente curto: 40% precisaram de até uma semana, 28% levaram até 15 dias e 13% até um mês.

70% destacaram a economia de gastos nas transações. Já 34% demonstraram preocupação em consumir de forma sustentável e consciente, enquanto 24% revelaram passar por apertos no orçamento, o que justifica a prática como forma de adquirir produtos a preços acessíveis. Em média, os consumidores adquiriram entre quatro e cinco produtos usados pela internet nos últimos 12 meses. Os locais de compras mais citados foram sites especializados (78%), comunidades na internet ou redes sociais (36%) e aplicativos (23%).

Para 40%, vale mais a pena adquirir um livro usado do que um novo, por exemplo. A preferência por usados também é predominante no caso dos que realizaram compras de carros e motos (37%) e instrumentos musicais (29%). “A venda de usados tem sido a chance para muitas pessoas de adquirir produtos a preços acessíveis e lucrar com objetos que estariam parados ou ocupando espaço em garagens e armários”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti (CNDL/SPCBrasil).

Ataques na Arábia provocam alta nos preços do petróleo

(NHK/ABr)

O preço do petróleo bruto teve forte alta, após os ataques de sábado (14) em duas instalações petrolíferas na Arábia Saudita. O índice Brent ultrapassou os US$ 71 por barril, logo depois do começo do pregão de ontem (16) em Londres, o que representa mais de 18% em relação à semana passada. Em Nova York, o índice WTI de preços futuros deu um salto de 15%, para mais de US$ 63 por barril.

O governo da Arábia Saudita revelou que os ataques fizeram com que sua produção diária caísse para cerca da metade. Analistas de mercado dizem que um anúncio feito pelos Estados Unidos, de que vão se preparar para liberar suas reservas de petróleo, ajudou a conter a alta dos preços. Novas altas são possíveis até que se saiba mais detalhes sobre a capacidade de produção da Arábia Saudita.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que seu governo está pronto para responder aos ataques contra as instalações petrolíferas na Arábia Saudita. Ele publicou no Twitter que há razões para acreditar que se sabe quem é o culpado e que medidas estão prontas para serem tomadas, pendentes de uma confirmação. Trump também afirmou que os EUA estão esperando que a Arábia Saudita se manifeste sobre quem acredita ser o autor do ataque e como devem proceder. Insurgentes Houthi, apoiados pelo Irã no Iêmen, assumiram a autoria dos ataques. O Irã nega envolvimento.

IGP-10 tem inflação de 0,29% em setembro

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,29% em setembro. A taxa é maior que a de agosto, que havia tido deflação (queda de preços) de 0,47%, mas inferior ao índice de setembro do ano passado: inflação de 1,20%.

O IGP-10 acumula inflação de 3,62% no ano e de 3,65% em 12 meses. Os dados foram divulgados ontem (16), no Rio de Janeiro. A alta de agosto para setembro foi puxada pelos preços no atacado e pelo custo da construção. A inflação do Índice Nacional do Custo da Construção subiu de 0,35% em agosto para 0,79% em setembro.

Já o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, continuou registrando deflação, mas com uma taxa mais moderada
(-0,57%) do que no mês anterior (-0,83%). E o Índice de Preços ao Consumidor apresentou queda da taxa, de 0,24% em agosto, para 0,05% em setembro.

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